Páginas

terça-feira, 9 de abril de 2013

Liturgia Diária


Primeira leitura (Atos dos Apóstolos 4,32-37)
Leitura dos Atos dos Apóstolos

32A multidão dos fiéis era um só coração e uma só alma. Ninguém considerava como próprias as coisas que possuía, mas tudo entre eles era posto em comum. 
33Com grandes sinais de poder, os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus. E os fiéis eram estimados por todos. 34Entre eles ninguém passava necessidade, pois aqueles que possuíam terras ou casas, vendiam-nas, levavam o dinheiro, 35e o colocavam aos pés dos apóstolos. Depois, era distribuído conforme a necessidade de cada um.
36José, chamado pelos apóstolos de Barnabé, que significa filho da consolação, levita e natural de Chipre, 37possuía um campo. Vendeu e foi depositar o dinheiro aos pés dos apóstolos. 

- Palavra do Senhor. 
- Graças a Deus.
 
Salmo (Salmos 92)
— Reina o Senhor, revestiu-se de esplendor.
— Reina o Senhor, revestiu-se de esplendor.

— Deus é Rei e se vestiu de majestade, revestiu-se de poder e de esplendor!
— Vós firmastes o universo inabalável, vós firmastes vosso trono desde a origem, desde sempre, ó Senhor, vós existis!
— Verdadeiros são os vossos testemunhos, refulge a santidade em vossa casa, pelos séculos dos séculos, Senhor!
 
Evangelho (João 3,7b-15)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus a Nicodemos: 7b“Vós deveis nascer do alto. 8O vento sopra onde quer e tu podes ouvir o seu ruído, mas não sabes de onde vem, nem para onde vai. Assim acontece a todo aquele que nasceu do Espírito”.
9Nicodemos perguntou: “Co­mo é que isso pode acontecer?” 10Respondeu-lhe Jesus: “Tu és mestre em Israel, mas não sabes estas coisas? 11Em verdade, em verdade, te digo, nós falamos daquilo que sabemos e damos testemunho daquilo que temos visto, mas vós não aceitais o nosso testemunho. 12Se não acre­ditais, quando vos falo das coisas da terra, como acreditareis se vos falar das coisas do céu? 13E ninguém subiu ao céu, a não ser aquele que desceu do céu, o Filho do Homem. 14Do mesmo modo como Moisés levantou a serpente no deserto, assim é necessário que o Filho do Homem seja levantado, 15para que todos os que nele crerem tenham a vida eterna”. 

- Palavra da Salvação. 
- Glória a vós, Senhor.
Fonte: Canção Nova

Enchentes na Argentina


Frutos de MariaEnchentes na Argentina
Papa envia mensagem a vítimas das chuvas em seu país natal
O Papa Francisco enviou uma mensagem ao arcebispo de Buenos Aires, Dom Mauro Poli, para expressar seu pesar pelas inundações que ocorrem na Argentina, desde segunda-feira, e já provocaram a morte de 56 pessoas. A presidente do país decretou luto oficial até sexta-feira, 5. 

Na mensagem, o Santo Padre se disse "profundamente triste com a notícia dos graves danos pelas chuvas torrenciais dos últimos dias, e oferece votos ao Senhor pelo Eterno descanso dos falecidos”. A carta foi enviada pelo Cardeal Tarcisio Bertone, Secretário de Estado do Pontífice. 

O Papa pede às instituições civis e eclesiásticas da Argentina que “prestem com caridade e espírito de solidariedade cristã a ajuda necessária aos tantos que perderam seus lares e bens pessoais”. Ao mesmo tempo, se dirige às pessoas que estão ajudando no socorro às vítimas, concedendo-lhes a sua bênção. 

Grande parte da cidade de La Plata ficou inundada e sem eletricidade, e mais de duas mil pessoas tiveram de deixar as suas casas. As escolas e os serviços públicos estão fechados e muitos edifícios escolares foram transformados em centros de acolhimento. 

“Não houve estrutura que aguentasse a força da tempestade. As pessoas tiveram de passar a noite nos telhados à chuva – famílias, crianças. Pessoas em cadeiras de rodas com água pelo peito. Um desastre”, disse um habitante à Euronews. 

Fonte: Canção Nova

São Leopoldo Mandic

São Leopoldo Mandic
Nasceu na Dalmácia, Iugoslávia, em 1866 numa enorme família. Foi um grande confessor, que além de desejar a salvação das almas lutou como pôde pela unidade dos cristãos. Leopoldo viveu num tempo em que cristãos Ortodoxos e Católicos chocavam-se de tal forma que decidido pela vocação sacerdotal trazia como maior ardor no seu coração a missão pela unidade dos cristãos. Como padre franciscano visitou diversos conventos até se estabelecer em Pádua. No convento onde se conservam os restos mortais de Santo Antônio, nosso Santo Leopoldo Mandic consagrou com muita bondade e amor quatorze horas de atendimento no confissionário. Tudo o que fazia, sofrimentos e alegrias, era oferecido pela conversão dos penitentes e união dos cristãos. Toda gente acorria ao seu confessionário, pequeno e grande, douto e popular, religiosos, sacerdotes, clérigos e leigos. No seu quartinho de 2 metros por 3 metros com uma janelinha, Padre Leopoldo exercitou até a sua morte o ministério da reconciliação e da misericórdia. O seu Oriente se tornou em cada pessoa que procurava a sua ajuda espiritual. No final de 1940 a sua saúde declinou e foi sempre piorando. Em 29 de julho de 1942 se confessou e depois passou toda noite em oração. Na manhã de 30 de julho preparando-se para a missa, passa mal. Levado para o leito recebe o sacramento dos enfermos e terminando de repetir as últimas palavras da Salve Rainha, elevando as mãos para o alto, morreu. Toda cidade de Pádua passou diante da sua urna e o seu funeral foi um triunfo. Trinta e quatro anos depois Paulo VI, a 2 de maio de 1976 o declarou Beato, e a 16 de outubro de 1983 João Paulo II o proclamava Santo.

Como surgiu o terço da Divina Misericórdia?

Frutos de Maria
Como surgiu o terço da Divina Misericórdia?
Uma fonte de graça e de misericórdia
‘Pela Sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro.’ 

Jesus ensinou a Santa Faustina o Terço da Misericórdia e pediu que o espalhasse pelo mundo; graças a Deus se espalhou; é uma fonte de graça e de misericórdia, especialmente para os moribundos. 

Segundo o Diário de Santa Faustina, a partir de uma visão em 13 de setembro de 1935, Irmã Faustina escreveu: “Eu vi um anjo, o executor da cólera de Deus… a ponto de atingir a terra… Eu comecei a implorar intensamente a Deus pelo mundo, com palavras que ouvia interiormente. À medida em que assim rezava, vi que o anjo ficava desamparado, e não mais podia executar a justa punição…” 

No dia seguinte, uma voz interior lhe ensinou esta oração nas contas do rosário: “Primeiro reze um ‘Pai Nosso’, uma ‘Ave Maria’, e o ‘Credo’. Então, nas contas maiores diga as seguintes palavras: 

‘Eterno Pai, eu Vos ofereço o Corpo e Sangue, Alma e Divindade de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e do mundo inteiro. ‘ 

Nas contas menores, diga as seguintes palavras: ‘Pela Sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro. ‘ 

Conclua dizendo estas palavras três vezes: ‘Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal, tende piedade de nós e do mundo inteiro. ‘ 

Mais tarde, Jesus disse a Irmã Faustina: “Pela recitação desse Terço agrada-me dar tudo que Me pedem. Quando o recitarem os pecadores empedernidos, encherei suas almas de paz, e a hora da morte deles será feliz. 

Escreve isto para as almas atribuladas: Quando a alma vê e reconhece a gravidade dos seus pecados, quando se desvenda diante dos seus olhos todo o abismo da miséria em que mergulhou, que não desespere, mas se lance com confiança nos braços da minha Misericórdia, como uma criança nos braços da mãe querida. Estas almas têm sobre meu Coração misericordioso um direito de precedência. Dize que nenhuma alma que tenha recorrido a minha Misericórdia se decepcionou nem experimentou vexame…” 

“…Quando rezarem este Terço junto aos agonizantes, Eu me colocarei entre o Pai e a alma agonizante, não como justo Juiz, mas como Salvador misericordioso”.

Saiba mais sobre a origem da Festa da Misericórdia:



Fonte: Cléofas

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Eu estava errado. Perdoe-me!

Frutos de Maria

Eu estava errado. Perdoe-me!
Por qual motivo temos dificuldade de pedir perdão?
Em muitas situações de desentendimento e desconfiança nos relacionamentos humanos, bem como nas separações, brigas no trabalho e nos ambientes sociais, é importante reconhecermos uma de nossas grandes falhas: a falta de um pedido de perdão. Não reconhecermos nossos erros é um grande obstáculo na qualidade do convívio. 

Por qual motivo temos estas dificuldades? Um deles é admitir a “perda da nossa dignidade”, ter de passar por cima do nosso orgulho, sentirmo-nos ameaçados ao expormos nossos pontos fracos, ou que, ao pedirmos desculpas, o outro “nos 'passe na cara' ou use isto como uma vingança”, ou ainda que “seja lembrado pelos erros ou punido por ser honesto”. (Powell, J. 1985). Acho que, muitas vezes, você já viveu isto, não é mesmo? 

Em várias situações, sentimo-nos inferiores ao pedir desculpas; temos a necessidade de passar parte de nossa vida provando que somos sempre certos, que somos sempre capazes, que somos fortes e invencíveis. De alguma forma, esta necessidade vai sendo imposta a nós e pode ser uma grande armadilha em nossas vidas. 

Em outras situações, posso usar o seguinte pensamento: "se não recebi as desculpas do outro, por que eu vou me sujeitar a pedir desculpas?”. Isto nada mais é do que um grande processo de imaturidade, ao deixarmos que os comportamentos da outra pessoa possam determinar os nossos comportamentos e atitudes. É como achar certo roubar, porque alguém já roubou, não foi descoberto e nunca foi punido. 

Para que possamos chegar ao ponto de pedir desculpas, é válido encontrar um ponto de honestidade com nós mesmos, assumindo falhas e limitações. Esta honestidade interior faz com que vejamos, verdadeiramente, nossa responsabilidade nas situações, possamos reconhecer o que fizemos e entrar numa atitude de reconciliação com o outro. Talvez, nem sempre consigamos perdão, mas a atitude de reconhecer é totalmente sua e, certamente, muito libertadora. 

Peça desculpas, mas livre-se dos que levam você a pensar: “você provocou isto”, “só reagi assim, porque você é culpado”, “estou tratando você como fui tratado por você”. Tais formas “racionais” de explicar um fato, apenas alimentam em nós mais raiva e mais ressentimento. Faz com que cubramos nossos erros e não permite que, honestamente, possamos admitir o que foi feito de errado. 

“O perdão é instrumento de vida” (Cencini, A . 2005) e “força que pode mudar o ser humano”. Certamente, “a falha em pedir desculpas” e em perdoar só servirão para prolongar a separação entre duas pessoas. Para isto, “a verdade precisa estar presente em todos os sinceros pedidos de desculpa” (Powell, J. 1985), compreendendo a extensão dos prejuízos que nossas atitudes, por vezes desordenadas e desmedidas, possam ter provocado na vida do outro. 

Por vezes, precisamos quebrar nossas barreiras interiores e realizarmos um grande esforço ao dizer: “Eu estava errado, perdoe-me!”, pois este esforço fará sua vida muito melhor, mesmo que o outro não aceite, de imediato, seu pedido, mas sua vida já foi mudada a partir deste gesto. 

Pense nisto: Para quem você gostaria de pedir perdão hoje? 


Elaine Ribeiro

psicologia01@cancaonova.com
Elaine Ribeiro, Psicóloga Clínica e Organizacional, colaboradora da Comunidade Canção Nova.
Blog: temasempsicologia.wordpress.com
Twitter: @elaineribeirosp

Fonte: Canção Nova

Oração a Santa Ágape, Santa Irene, Santa Quilônia

Oração a Santa Ágape, Santa Irene, Santa Quilônia
Santas mulheres que preferiram perder a vida da forma mais cruel possível a negar a vossa fé em Cristo Jesus, dai-nos vossa proteção nos tempos em que vivemos, os quais nos levam a grandes perigos de pecar, rogando por nós, agora e sempre. Amém.

Liturgia Diária


Primeira leitura (Atos dos Apóstolos 3,1-10)
Leitura dos Atos dos Apóstolos.

Naqueles dias, 1Pedro e João subiram ao Templo para a oração das três horas da tarde.2Então trouxeram um homem, coxo de nascença, que costumavam colocar todos os dias na porta do Templo, chamada Formosa, a fim de que pedisse esmolas aos que entravam. 
3Quando viu Pedro e João entrando no Templo, o homem pediu uma esmola. 4Os dois olharam bem para ele e Pedro disse: “Olha para nós!” 5O homem fitou neles o olhar, esperando receber alguma coisa. 6Pedro então lhe disse: “Não tenho ouro nem prata, mas o que tenho eu te dou: em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, levanta-te e anda!”
7E pegando-lhe a mão direita, Pedro o levantou. Na mesma hora, os pés e os tornozelos do homem ficaram firmes. 8Então ele deu um pulo, ficou de pé e começou a andar. E entrou no Templo junto com Pedro e João, andando, pulando e louvando a Deus. 
9O povo todo viu o homem andando e louvando a Deus. 10E reconheceram que era ele o mesmo que pedia esmolas, sentado na porta Formosa do Templo. E ficaram admirados e espantados com o que havia acontecido com ele. 

- Palavra do Senhor. 
- Graças a Deus.
 
Salmo (Salmos 104,4-9)
— Exulte o coração dos que buscam o Senhor.
— Exulte o coração dos que buscam o Senhor.

— Dai graças ao Senhor, gritai seu nome, anunciai entre as nações seus grandes feitos! Cantai, entoai salmos para ele, publicai todas as suas maravilhas!
— Glorificai-vos em seu nome que é santo, exulte o coração que busca a Deus! Procurai o Senhor Deus e seu poder, buscai constantemente a sua face!
— Descendentes de Abraão, seu servidor, e filhos de Jacó, seu escolhido, ele mesmo, o Senhor, é nosso Deus, vigoram suas leis em toda a terra.
— Ele sempre se recorda da Aliança, promulgada a incontáveis gerações; da Aliança que ele fez com Abraão, e do seu santo juramento a Isaac. 
 
Evangelho (Lucas 24,13-35)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.

13Naquele mesmo dia, o primeiro da semana, dois dos discípulos de Jesus iam para um povoado chamado Emaús, distante onze quilômetros de Jerusalém. 14Conversavam sobre todas as coisas que tinham acontecido.
15Enquanto conversavam e discutiam, o próprio Jesus se aproximou e começou a caminhar com eles. 16Os discípulos, porém, estavam como cegos, e não o reconheceram. 17Então Jesus perguntou: “Que ides conversando pelo caminho?” Eles pararam, com o rosto triste, 18e um deles chamado Cléofas, lhe disse: “Tu és o único peregrino em Jerusalém que não sabe o que lá aconteceu nestes últimos dias?
19Ele perguntou: “Que foi?” Os discípulos responderam: “O que aconteceu com Jesus, o Naza­reno, que foi um profeta poderoso em obras e palavras, diante de Deus e diante de todo o povo. 20Nossos sumos sacerdotes e nossos chefes o entregaram para ser condenado à morte e o crucificaram. 21Nós esperávamos que ele fosse libertar Israel, mas, apesar de tudo isso, já faz três dias que todas essas coisas aconteceram! 22É verdade que algumas mulheres do nosso grupo nos deram um susto. Elas foram de madrugada ao túmulo 23e não encontraram o corpo dele. Então voltaram, dizendo que tinham visto anjos e que estes afirmaram que Jesus está vivo. 24Alguns dos nossos foram ao túmulo e encontraram as coisas como as mulheres tinham dito. A ele, porém, ninguém o viu”.
25Então Jesus lhes disse: “Co­mo sois sem inteligência e lentos para crer em tudo o que os profetas falaram! 26Será que o Cristo não devia sofrer tudo isso para entrar na sua glória?”27E, começando por Moisés e passando pelos Profetas, explicava aos discípulos todas as passagens da Escritura que falavam a respeito dele. 
28Quando chegaram perto do povoado para onde iam, Jesus fez de conta que ia mais adiante.29Eles, porém, insistiram com Jesus, dizendo: “Fica conosco, pois já é tarde e a noite vem che­gando!” Jesus entrou para ficar com eles. 30Quando se sentou à mesa com eles, tomou o pão, abençoou-o, partiu-o e lhes distribuía.
31Nisso os olhos dos discípulos se abriram e eles reconheceram Jesus. Jesus, porém, desapareceu da frente deles. 32Então um disse ao outro: “Não estava ardendo o nosso coração quando ele nos falava pelo caminho, e nos explicava as Escrituras?” 33Naquela mesma hora, eles se levantaram e voltaram para Jerusalém onde encontraram os Onze reunidos com os outros. 34E estes confirmaram: “Realmente, o Senhor ressuscitou e apareceu a Simão!” 35Então os dois contaram o que tinha acontecido no caminho, e como tinham reconhecido Jesus ao partir o pão. 

- Palavra da Salvação. 
- Glória a vós, Senhor.
Fonte: Canção Nova

Santa Ágape, Santa Irene, Santa Quilônia

Santa Ágape, Santa Irene, Santa Quilônia
A Igreja comemora hoje o dia de Santa Irene e suas irmãs; Santa Quilônia e Santa Ágape. Essas três irmãs foram martirizadas por volta do ano 304, durante perseguição de Diocleciano. Eram todas as três cristã e guardavam em casa grande quantidade de livros onde estudavam e ensinavam o evangelho aos seus amigos que se reunião para tal. Assim, denunciadas por pagãos, foram presas sobre a acusação de praticarem o cristianismo e ainda manterem materiais proibidos em suas casas. Levadas à presença do governador da Macedônia, foram submetidas a interrogatório, martirizadas não renegaram a sua religião e confessaram sua fé. Santa Ágape e Santa Quilônia foram imediatamente condenadas a serem queimadas vivas. Santa Irene foi interrogada novamente. O Governador pensava que vendo as irmãs mortas, queimadas viva, ela voltaria atrás na sua fé e assim mostraria a todos que os cristão não tinham fé, inabalável, como pregavam. Como Santa Irene, manteve-se firme na sua profissão de fé, expuseram-na à vergonha pública. Foi colocada nua em um bordel e ninguém ousou tocá-la. Foi levada novamente ao imperador que a condenou a morte, sendo queimada viva juntamente com seus livros.

Oito anos sem João Paulo II

Frutos de Maria

Oito anos sem João Paulo II
Um dos maiores Papas da história
João Paulo II, considerado um dos maiores Papas da história, morreu aos 84 anos Nesta terça-feira 2 (ontem), recordou-se os oitos anos de falecimento do Papa João Paulo II, que foi beatificado seis anos depois, em 1º de maio de 2011, pelo então Papa Bento XVI. 

Foi Papa João Paulo II que nomeou bispo, em 1992, o Cardeal Jorge Mario Bergoglio, atual Papa, e o criou cardeal em 2001. 

Quando João Paulo II foi beatificado, o então arcebispo de Buenos Aires celebrou a Santa Missa na Catedral da cidade para recordá-lo e dele destacou a frase “não tenham medo”. 

João Paulo II não teve medo, “porque viveu a sua vida ao Senhor Ressuscitado”, foi o que disse Cardeal Bergoglio na ocasião. “A coragem, a firmeza que nos dá a Ressurreição de Cristo, a serenidade de sermos perdoados através da misericórdia remove em nós o medo.” 

Em outra Missa celebrada em memória do Beato dois dias após sua morte, o então Cardeal Bergoglio destacou a testemunha coerente do Senhor que foi João Paulo II. Na época, Cardeal Bergoglio concluiu dizendo que, em um período em que se necessita mais de testemunhas do que de mestres, João Paulo II viveu até o fim sendo justamente “uma testemunha fiel”.

Fonte: Canção Nova

terça-feira, 2 de abril de 2013

Atenção

Encontro de Peregrinos
na cidade de mossoró
para todos que vão a JMJ no Rio de Janeiro sera nos dias 06 e 07 de abril