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quarta-feira, 3 de outubro de 2012

O Anjo da Guarda na nossa vida


O Anjo da Guarda na nossa vida 

Precisamos ser luz como os anjos uns para os outros...

Sempre houve uma luta eterna do bem contra o mal. No fim dos tempos, os anjos invocarão suas trombetas e as revelações serão esclarecidas. As máscaras todas ruirão. Os exércitos angelicais estarão frente ao poder do mal.

O homem tem necessidade de perceber as coisas de Deus pela essência da alma, a única que tem o sentido espiritual, a única capaz de captar as iluminações e transmiti-las ao intelecto. O anjo pode agir, na nossa vida, como instrumento de conhecimento para que possamos compreender melhor e nos encaminhar àquela viagem de ascensão em direção a Deus.

Este mundo, apesar de tudo, sabe ainda admirar sua beleza e seu encanto. Isso demostra que a natureza não é somente um surpreendente mecanismo constituído por partículas, mas uma expressão harmoniosa de Deus, cujos anjos são os instrumentos.

Precisamos aqui, nesta terra, ser luz como os anjos uns para os outros, ser amigo, companheiro e estar presente nos momentos de tristezas e alegrias, saber sorrir e fazer silêncio acompanhado de uma abraço quando necessário, pois sempre estamos acompanhados. É preciso acreditar, confiar e convidar o anjo da guarda para fazer parte da nossa vida.

Ele aparece no dia em que nascemos e nos acompanha ao longo de toda a nossa vida na Terra. Ninguém percorre seu caminho sozinho e nunca nos sentiríamos desamparados se tivéssemos consciência da ajuda espiritual que eles nos podem; muitas vezes, ajuda física também.

Ânimo e confiança! Deus não deixará que você se perca nas estradas da vida, pois enviará seu anjo para ajudá-lo!

Mensagem



A minha fé é como o sol. Ao emergir no horizonte, o astro-rei afugenta a noite e o frio, traz luz e calor. Antes da minha fé, havia também o frio, a solidão, o nervosismo, os problemas sem solução, mas, quando a fé aparece, transforma tudo. Aquece, alivia, explica, resolve, corrige o errado, põe no lugar certo. Faz-me olhar a vida sem medo, lutar, esperar, amar. O sol da fé me dá prazer.

Oração a Santa Maria Josefa Rosselo

Oração a Santa Maria Josefa Rosselo

Ó Deus, que prometestes habitar nos corações puros, dai-nos, pela intercessão de Santa Maria Josefa Rosselo, viver de tal modo que possais fazer em nós a vossa morada. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.

Liturgia Diária


Primeira leitura (Jó 9,1-12.14-16)
Leitura do Livro de Jó.

1Jó respondeu a seus amigos e disse: 2“Sei muito bem que é assim: como poderia o homem ser justo diante de Deus? 3Se quisesse disputar com ele, entre mil razões não haverá uma para rebatê-lo. 4Ele é sábio de coração e poderoso em força; quem poderia enfrentá-lo e ficar ileso? 5Ele desloca as montanhas, sem que elas percebam e as derruba em sua cólera. 6Ele abala a terra em suas bases e suas colunas vacilam. 7Ele manda ao sol que não brilhe e guarda escondidas as estrelas. 8Sozinho desdobra os céus, e caminha sobre as ondas do mar. 9Criou a Ursa e o Órion, as Plêiades e as constelações do Sul. 10Faz prodígios insondáveis, maravilhas sem conta. 11Se passa junto de mim, não o vejo, e quando se afasta, não o percebo. 12Se ele apanha uma presa, quem ousa impedi-lo? Quem pode dizer-lhe: — ‘Que está fazendo?’ 14Quem sou eu para replicar-lhe, e contra ele escolher meus argumentos? 15Ainda que eu tivesse razão, não poderia replicar, e deveria pedir misericórdia ao meu juiz. 16Se eu clamasse e ele me respondesse, não creio que daria atenção à minha voz”. 

- Palavra do Senhor. 
- Graças a Deus.
 
Salmo (Salmos 87)

— Chegue a minha oração até a vossa presença!

— Clamo a vós, ó Senhor sem cessar, todo o dia, minhas mãos para vós se levantam em prece. Para os mortos, acaso, faríeis milagres? Poderiam as sombras erguer-se e louvar-vos?
— No sepulcro haverá quem vos cante o amor e proclame entre os mortos a vossa verdade? Vossas obras serão conhecidas nas trevas, vossa graça, no reino onde tudo se esquece?
— Quanto a mim, ó Senhor, clamo a vós na aflição, minha prece se eleva até vós desde a aurora. Por que vós, ó Senhor, rejeitais a minh’alma? E por que escondeis vossa face de mim?
 
Evangelho (Lucas 9,57-62)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 57enquanto Jesus e seus discípulos caminhavam, alguém na estrada disse a Jesus: “Eu te seguirei para onde quer que fores”. 
58Jesus lhe respondeu: “As raposas têm tocas e os pássaros têm ninhos; mas o Filho do Homem não tem onde repousar a cabeça”. 59Jesus disse a outro: “Segue-me”. Este respondeu: “Deixa-me primeiro ir enterrar meu pai”. 60Jesus respondeu: “Deixa que os mortos enterrem os seus mortos; mas tu, vai anunciar o Reino de Deus”. 61Um outro ainda lhe disse: “Eu te seguirei, Senhor, mas deixa-me primeiro despedir-me dos meus familiares”. 62Jesus, porém, respondeu-lhe: “Quem põe a mão no arado e olha para trás não está apto para o Reino de Deus”. 

- Palavra da Salvação. 
- Glória a vós, Senhor.
Fonte: Canção Nova

Santa Maria Josefa Rosselo

Santa Maria Josefa Rosselo

 Nasceu em 27 de maio de 1811, na região de Savona, Itália. Foi batizada no mesmo dia de seu nascimento com o nome de Benedetta. Era a quarta filha de uma numerosa família composta por dez irmãos. Após a infância se distinguiu no estudo, na caridade aos pobres e, sobretudo, na devoção ao Crucifixo e à Santíssima Virgem. Inscreveu-se ainda muito jovem na Ordem Terceira Franciscana e, aos poucos, sentiu nascer em seu coração o desejo de uma vida mais perfeita que lhe permitisse mais facilmente fazer-se santa. Aos dezenove anos foi trabalhar na casa da família Monleone, mais como filha adotiva de dois cônjuges privados de filhos que como doméstica, para ajudar ao seu pai enfermo. Por sete anos residiu naquela casa, colhendo, com sua conduta, a admiração e o afeto de todos. Quando, porém, a senhora Monleone ficou viúva, propôs-lhe que permanecesse para sempre com ela, prometendo-lhe torná-la sua herdeira. Benedetta recusou. Sentia-se chamada a uma outra vocação e, por isso, foi bater à porta de um instituto de caridade para se tornar freira, entre as Filhas de Nossa Senhora da Neve. Obteve dolorosa recusa por não dispor de dote suficiente para entrar no noviciado. Em agosto de 1837, responde generosamente a um veemente pedido do bispo da diocese, Dom Agostino De Mari, para que se dedicasse à educação da juventude pobre. Benedetta se apresentou ao prelado e, assim, em 10 de agosto iniciou seu trabalho social nessa modesta casa. Benedetta, sempre cercada das companheiras voluntárias, deu início à primeira escola. Aos 22 outubro de 1837 Benedetta obteve a primeira vestição e recebeu pelo bispo o nome de Irmã Maria Josefa, certamente por saber ser o santo de sua maior devoção, mesmo que o Instituto estivesse já oficialmente denominado como Filhas de Nossa Senhora da Misericórdia e consagrado à Virgem no notável santuário de Savona. O princípio fundamental da nova instituição era o de se dedicar ao ensino e educação das crianças pobres. Dois anos depois, em 2 agosto 1839, as irmãs pronunciavam os votos perpétuos. Em 1840 as irmãs professas já eram setenta e quatro noviças e, no mesmo ano, Irmã Maria Josefa veio ser eleita superiora por unanimidade, ofício que vivenciou por cerca de quarenta anos, até sua morte. Foi canonizada por Pio XII em 12 Junho de 1949.

Coragem: Não tenhais medo!


Coragem: Não tenhais medo! 
O Senhor nos chama a confiarmos somente Nele

Frutos de Maria
Que bela exortação, que belo consolo, que injeção de ânimo, o evangelho: “Não tenhais medo, pequenino rebanho, pois foi do agrado do Pai dar a vós o Reino”. Como nas nossas origens, vamos nos tornando cada vez mais um pequenino rebanho; o Senhor nos vai purificando, vai fazendo sua Igreja, a gosto ou a contragosto, perceber que ela está no mundo, mas é diferente do mundo: seu modo de pensar, de viver, de avaliar, de agir não pode ser aquele do mundo.

Efetivamente, vamos nos sentindo cada vez menos compreendidos e menos à vontade na bem-pensante sociedade atual. Somos, enfim, um pequenino rebanho; e a nós o Senhor diz: “Não tenhais medo, pequenino rebanho!” O Pai nos quis dar o Reino – e o Reino é o próprio Jesus, que nos envolve de vida e nos ilumina com seu santo Evangelho! Não tenhais medo!

E, então, Jesus nos exorta: “Vendei vossos bens e dai esmola. Fazei bolsas que não se estraguem, um tesouro no céu que não se acabe; ali o ladrão não chega nem a traça corrói. Porque, onde está o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração”. Que palavras belíssimas: O Senhor nos convida à coragem de “vender” a vida, “vender” nossos bens – isto é, relativizar tudo – para fazer de Deus o nosso único absoluto!

Na verdade, Jesus nos convida a esperar de verdade a vida eterna, esperar de verdade que um dia estaremos todos em Deus por meio de Jesus Cristo! O que Jesus hoje os pede é a coragem de viver no mundo, mas sem ser do mundo, sem meter o nariz nesse mundo de modo a perder Deus de vista! Afinal, é tão fácil absolutizar o relativo!

Ah, irmão! Tenhamos – você e eu – a coragem de colocar realmente o tesouro de nossa vida ali, onde a traça não corrói! A vida é preciosa demais para perdê-la com bobagens! Mas, somente veremos isto se estivermos vigilantes, se na união profunda com Jesus pela oração, pela escuta de sua santa Palavra, pela fiel participação nos sacramentos, mantivermos a saudade das coisas do céu.

Aliás, este é uma das carências da Igreja atual: ter quem nos fale do céu, que nos faça sentir desejo do céu, saudade do céu! Uma Igreja que não saiba desejar, sonhar e se encantar com o céu que o Senhor nos prepara, perderá de vista o mais profundo de sua missão, errará o foco e tomará por absoluto o que é apenas relativo – mesmo que seja coisa importante. Coisas importantes com que se preocupar, a Igreja as tem; coisa essencial, somente Jesus, nosso céu, o céu que o Pai nos deu! E – como recordou Bento XVI no Brasil: “esta saudade do céu, esta sede de Deus não é uma alienação, uma fuga da realidade, mas um ver a realidade com os olhos de Deus e, assim, ver realmente, com realismo!”

Por tudo isto, não temais, pequenino rebanho: o Pai vos espera; dar-vos-á o seu Reino. Vale a pena sofrer e suportar contradições nesta vida; vale a pena caminhar com o Senhor, como parte do seu rebanho, que é a Mãe católica! Como dizia São Bernardo de Claraval: “nossa vida neste mundo é semente de eternidade!”

Dom Henrique Soares da Costa 

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Anestesia Espiritual


Anestesia Espiritual 
O amor é o antídoto que nos devolve a vida

A palavra anestesia tem sua origem no vocábulo grego e significa "ausência de sensações". Popularmente, podemos dizer que é um estado em que a sensibilidade fica temporariamente bloqueada. Muitos pacientes, ao serem submetidos a algum procedimento cirúrgico, são anestesiados para não sentirem nenhuma espécie de dor. 

Infelizmente, nossa sociedade passa por um processo de anestesia espiritual. Fomos anestesiados em relação à dor de quem sofre. Para não sentirmos a dor que os outros sentem, anestesiamo-nos e, assim, divorciamo-nos da solidariedade. Se em tempos distantes a preocupação com o vizinho doente era prioridade, hoje esta atitude parece não mais condizer com o homem pós-moderno. A pós-modernidade enclausurou o ser humano em suas próprias preocupações e tem lhe roubado o direito de amar. 

Muitos caminham pela vida anestesiados em relação à dor de seus irmãos e irmãs. No tempo de Jesus não era diferente. Os fariseus e escribas olhavam para os doentes e sofredores e enxergavam somente a impureza. Estavam anestesiados pela arrogância de suas próprias autossuficiências. A anestesia que impedia a verdadeira solidariedade de acontecer atravessou milênios e chegou até nossos dias com uma nova roupagem, mas carregando em si mesma o mesmo veneno: a falta de amor verdadeiro. 

Jesus trouxe o antídoto contra a anestesia que impedia o ser humano de olhar para o outro e não se compadecer com a dor. Ele nos trouxe o amor como remédio para curar a insensibilidade que roubava do ser humano a solidariedade profunda e verdadeira. Se para os fariseus o doente era um impuro, excluído da graça de Deus e da comunidade, para Jesus este mesmo doente era um Filho do Pai que necessitava de cuidados e carinhos. Com o bálsamo do amor, Jesus foi ao encontro daqueles que caminhavam pela vida sozinhos e desamparados. Enquanto alguns feriam os doentes com a falta de compaixão, Jesus os curava com Seu amor sem limites. 

Aquele que sofre não é um estranho, mas irmão, filho do mesmo Pai que merece cuidados, amor e carinho. A anestesia espiritual nos afasta da verdadeira solidariedade. Enquanto a teoria roubar a cena, correremos o risco de nos perder em palavras bonitas e deixarmos sofrendo aquele que clama por nossa presença verdadeira e solidária. Jesus fez a diferença na vida de cegos, leprosos e pecadores. Sua atitude mostrava a cada fariseu ou escriba que eles somente seriam verdadeiramente humanos se, antes, tomassem o antídoto do amor que os libertaria da anestesia que lhes impedia de ver além de suas próprias verdades. 

Cada dia é sempre uma nova oportunidade de fazermos a diferença na vida de alguém. A verdadeira solidariedade nos liberta da anestesia da falta de amor e nos faz ir ao encontro de quem sofre e lhe dizer: “O que posso fazer para ajudá-lo?”; “Estou junto com você!”; “Juntos vamos encontrar uma solução!”; “Se precisar de mim, pode me ligar ou me procurar a qualquer hora do dia ou da noite!”... Amor verdadeiro não sobrevive de teorias, mas sim de gestos concretos. 

Jesus nos ensina, com seus exemplos, a sermos sempre o diferencial na vida de quem sofre e não tem ninguém ao seu lado. Se o antídoto do amor nos libertar da anestesia que nos impede de nos aproximarmos de quem sofre, teremos compreendido o que Ele nos ensinou quando disse: “Não existe amor maior do que dar a vida pelos amigos” (Jo 15,13). 

Padre Flávio Sobreiro

Qual é o sentido da vida humana?


Qual é o sentido da vida humana? 
Semana Nacional da Vida

Frutos de Maria
Vida, saúde e dignidade: direito e responsabilidade de todos. Com este tema, inicia-se nesta segunda-feira, 1º, no Brasil a Semana Nacional da Vida, uma iniciativa promovida pela Igreja católica no país por meio da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). A proposta é colocar em evidência questões relacionadas à defesa da vida humana. 

Ao olhar para a Sagrada Escritura, percebe-se que o conceito de vida, no Antigo Testamento, está acentuado na compreensão de que Deus é fonte e doador de vida ao seu povo. Isso foi o que explicou o padre José Carlos de Melo, assessor da Pastoral Familiar da arquidiocese de Aparecida (SP). 

De acordo com o padre, o homem tem sentido em sua vida a partir de Deus. “Deus é o que vai nortear a vida, a caminhada do ser humano na face da terra. Lembrando que Deus deixa o ser humano livre para fazer o seu caminho, mas no coração de todo o ser humano tem uma lei de que tudo deve ser voltado para Ele. Então a razão primeira e última do ser humano está centrada em Deus”. 

O ser humano no plano divino 

Sendo Deus o sentido primeiro da vida humana, Ele deu ao ser humano a possiblidade de colaborar na criação, dominando a natureza e as coisas criadas, como consta no Livro de Gênesis. 

Porém, padre José destacou que esse “dominar” citado em Gênesis significa cuidar da natureza, e não explorar, como acontece hoje. Ele acrescentou que tudo o que Deus cria sempre é em favor do ser humano, mas o próprio homem, hoje em dia, acaba desviando-se disso. 

Ao longo de seu desenvolvimento, o homem acabou adotando valores e comportamentos que o afastaram de sua característica inicial: imagem e semelhança de Deus. 

“Infelizmente, nós vemos que a vida hoje em dia está sendo deixada em último plano e não é isso que é o projeto de Deus para cada um de nós. A vida é um valor inalienável, inegociável e nós sempre devemos defendê-la”. 

Uma das causas desse distanciamento, segundo o padre, é a crise moral e ética pela qual passa a sociedade, o que resulta em uma visão reduzida do ser humano. Neste contexto, o valor do homem está relacionado ao quanto ele produz, o quanto consome, o quanto é útil e eficiente para a sociedade. 

Outro ponto destacado pelo padre é o secularismo, ou seja, o enfraquecimento do referencial religioso da pessoa, em que Deus deixa de ser o centro das coisas. Ele também lembrou que essa nova configuração social abala os sistemas e valores, acarretando em uma ausência ou inversão da hierarquia de valores. 

“Então é preciso repensar esses dados e valores que a modernidade está colocando nas nossas vidas pra gente poder então recomeçar a caminhar na vontade de Deus e, acima de tudo, procurando valores existenciais que fazem a felicidade e norteiam a caminhada do ser humano”, disse. 

Promoção da vida 

Tendo em vista o valor inalienável da vida humana, o ser homem tem contribuições a dar em prol de sua defesa. Nessa tarefa, padre José aposta nos trabalhos desenvolvidos por aqueles que estão engajados dentro da comunidade cristã. 

“Cada diocese ou então cada paróquia que tenha uma comissão de defesa da vida, deve não se calar, propagar de fato os valores de defesa da vida, propagar os valores de defesa da família, porque eu penso que falta muito hoje em dia é a formação e informação”.

Uma das iniciativas de proteção à vida humana é o Estatuto do Nascituro. Quanto a isso, o sacerdote disse que está sendo desenvolvido um trabalho de coleta de assinaturas, procurando promover a defesa da vida humana e também do nascituro.

Ele lembrou que, muitas vezes, as pessoas se perguntam o que é o nascituro, termo que acaba sendo pouco usado. “O nascituro é aquele ser humano que está no ventre da mãe e tem todos os direitos garantidos como cada um de nós aqui fora. Então os primeiros passos que a gente está tomando é isso: através de coleta de assinaturas, poder alterar uma lei ou uma norma dentro da nossa comunidade, cidade ou estado para beneficiar o ser humano”, finalizou.

Mensagem


Todos nós somos iguais perante o Pai, que habita dentro de cada um de nós. Vivendo o Pai em nosso íntimo, pouca importância dá ao nosso exterior, se somos brancos ou negros, pobres ou ricos. Diante de Deus não contam as diferenças externas: só o interior importa: se somos bons ou maus, generosos ou avarentos, amorosos ou egoístas. Pense nestas verdades.

Oração aos Santos Anjos das Guarda

Oração aos Santos Anjos das Guarda

Amados anjos, quão bondosos sois e quão ingratos somos, pois sequer nos lembramos de vos agradecer por tão nobre ministério. Quanto nos ajudais levando nossas orações a Deus e quanto consolais nossas almas, nos momentos de infortúnio! Que nos lembremos sempre de vossa bondade e paciência infinita para conosco e vos agradeçamos com todo o coração por vossa sempre acolhedora e amorosa ajuda. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.