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quarta-feira, 17 de abril de 2013

Igreja no Brasil


Igreja no Brasil 

já planeja o pós-JMJ


O país vive um verdadeiro entusiasmo e expectativa para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ). As atenções estão voltadas para o Rio de Janeiro e todos querem saber sobre programação, voluntariado, hospedagens, atos centrais com o Papa, catequeses, feira vocacional, atividades culturais, artistas que vão se apresentar etc.
Sem dúvida, será um grande marco para a Igreja no Brasil e para a evangelização da juventude no país. Contudo, a JMJ tem data e hora para começar e acabar. Com isso, qual o legado que este grande evento mundial vai deixar? Quais os frutos se espera colher para que a Jornada se “eternize”?
De acordo com presidente da Comissão Episcopal para a Juventude da CNBB e Bispo Auxiliar de Campo Grande (MS), Dom Eduardo Pinheiro da Silva, se espera, para depois do evento no Rio, no mínimo três frutos: maior entusiasmo cristão e compromisso efetivo do jovem em suas comunidades de origem; maior sensibilidade dos adultos a favor da juventude; maior prioridade do tema “juventude” nos planos pastorais paroquiais e diocesanos para que o jovem efetivamente seja protagonista na sociedade e Igreja.
Dom Eduardo destaca ainda que antes mesmo da Jornada acontecer, os frutos já são perceptíveis devido à peregrinação dos símbolos da JMJ que movimentou, praticamente, todas as dioceses do país. “Quantas coisas bonitas aconteceram; quantas conversões e fortalecimento da fé; quanto envolvimento e engajamento juvenil”, felicitou.
Encontro pós-JMJ
A fim de que os frutos sejam colhidos de forma concreta, a Comissão para Juventude já está em fase planejamento do que virá após a Jornada. Para o segundo semestre de 2013, um encontro para as lideranças adultas e juvenis das dioceses, movimentos, novas comunidades e congregações está sendo organizado, durante o qual se objetiva realizar uma reflexão conjunta sobre como efetivar os legados da JMJ e favorecer a revitalização da pastoral juvenil nas várias expressões organizativas e instâncias eclesiais, principalmente as paróquias e as dioceses.
Este encontro terá como base as Linhas de Ação do Documento 85 (“Evangelização da Juventude: Desafios e Perspectivas Pastorais”) que será enriquecido por este contexto dinamizador da Campanha da Fraternidade 2013, peregrinação dos símbolos da Jornada, Semana Missionária e JMJ em si.

Projeto de revitalização da Pastoral Juvenil
O assessor da Comissão para Juventude, padre Antônio Ramos dos Prado (padre Toninho), coordenou a estruturação do projeto que será o material de trabalho deste encontro do segundo semestre.
Segundo padre Toninho, em sua primeira fase, os referentes de juventude das dioceses receberam um questionário para que apontassem, em sua região, quais os avanços, desafios e sugestões de cada uma das Linhas de Ação contidas no Documento 85.
Em seguida, os questionários foram compilados por uma equipe de trabalho e sua fase atual corresponde à análise e contribuição pelos bispos membros da Comissão para Juventude, bispos e padres referenciais de juventude nos regionais da CNBB, Coordenação Nacional de Nacional de Jovens e Equipe Nacional de Comunicação.
“Queremos dinamizar e revitalizar a Pastoral Juvenil no Brasil e, assim, dar possibilidade para que a evangelização seja mais eficaz nas dioceses”, ressaltou o assessor.
Este encontro também será abordado nesta quarta-feira, 17, durante a 51ª Assembleia Geral dos Bispos para que estes estimulem a participação das lideranças juvenis de suas dioceses e todas as informações e abertura das inscrições serão fornecidas através do site dos Jovens Conectados.


Fonte: Jovens Conectados

Liturgia Diária


Primeira leitura (Atos dos Apóstolos 8,1b-8)
Leitura dos Atos dos Apóstolos.

1bNaquele dia, começou uma grande perseguição contra a Igreja de Jerusalém. E todos, com exceção dos apóstolos, se dispersaram pelas regiões da Judeia e da Samaria.
2Algumas pessoas piedosas sepultaram Estêvão e observaram grande luto por causa dele.3Saulo, porém, devastava a Igreja: entrava nas casas e arrastava para fora homens e mulheres, para atirá-los na prisão. 4Entretanto, aqueles que se tinham dispersado iam por toda a parte, pregando a Palavra. 5Filipe desceu a uma cidade da Samaria e anunciou-lhes o Cristo. 6As multidões seguiam com atenção as coisas que Filipe dizia. E todos unânimes o escutavam, pois viam os milagres que ele fazia.
7De muitos possessos saíam os espíritos maus, dando grandes gritos. Numerosos paralíticos e aleijados também foram curados. 8Era grande a alegria naquela cidade. 

- Palavra do Senhor. 
- Graças a Deus.
 
Salmo (Salmos 65)
— Aclamai o Senhor Deus, ó terra inteira.
— Aclamai o Senhor Deus, ó terra inteira.

— Aclamai o Senhor Deus, ó terra inteira, cantai salmos a seu nome glorioso, dai a Deus a mais sublime louvação! Dizei a Deus: “Como são grandes vossas obras”!
— Toda a terra vos adore com respeito e proclame o louvor de vosso nome!” Vinde ver todas as obras do Senhor: seus prodígios estupendos entre os homens”!
— O mar ele mudou em terra firme, e passaram pelo rio a pé enxuto. Exultemos de alegria no Senhor! Ele domina para sempre com poder!
 
Evangelho (João 6,35-40)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus à multidão: 35“Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim não terá mais fome e quem crê em mim nunca mais terá sede. 36Eu, porém, vos disse que vós me vistes, mas não acreditais. 37Todos os que o Pai me confia virão a mim, e quando vierem, não os afastarei. 
38Pois eu desci do céu não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou. 39E esta é a vontade daquele que me enviou: que eu não perca nenhum daqueles que ele me deu, mas os ressuscite no último dia. 40Pois esta é a vontade do meu Pai: que toda pessoa que vê o Filho e nele crê tenha a vida eterna. E eu o ressuscitarei no último dia”. 

- Palavra da Salvação. 
- Glória a vós, Senhor.
Fonte: Canção Nova

Santo Aniceto


Santo Aniceto
Aniceto nasceu na Síria e foi sucessor do papa são Pio I, em 155, no tempo em que Antônio era o imperador romano. Entretanto, além da perseguição sistemática por parte do Império, o papa Aniceto teve de enfrentar, também, cismas internos que abalaram o cristianismo.
A começar por Valentim, passando por Marcelina, que fundou a seita dos carpocratitas, considerada muito imoral pela Igreja, e chegando a Marcion, um propagador, com dotes de publicitário, que arregimentou muita gente, e muitos outros.
Sem contar a questão da celebração da Páscoa. Todos eles formaram seitas paralelas dentro do catolicismo, dividindo e confundindo os fiéis e até colocando-os contra a autoridade do papa, desrespeitando a Igreja de Roma. Contudo o papa Aniceto tinha um auxiliar excepcional, Policarpo, que depois também se tornou um santo pelo testemunho da fé, e o ajudou a enfrentar todas essas dificuldades. Policarpo exerceu, também, um papel fundamental para que pagãos se convertessem, por testemunhar que a Igreja de Roma era igual à de Jerusalém.
Outro de seus auxiliares foi Hegesipo, que escreveu um livro defendendo o papa Aniceto e provando que ele, sim, seguia a doutrina cristã correta, e não os integrantes das seitas paralelas. Mesmo com tão excelente ajuda, o papa Aniceto teve uma árdua missão durante os quase onze anos de seu pontificado, morrendo no ano 166, quase aniquilado pela luta diária em favor da Igreja.
Embora tenha morrido num período de perseguição aos cristãos, a Igreja não cita a sua morte como a de um mártir. Mas pelo sofrimento que teve ao enfrentar, durante todo o seu governo, os inimigos do cristianismo e da Igreja de Roma, por si só se explica o porquê da reverência a seu nome.
O seu corpo – aliás, foi a primeira vez que ocorreu com um bispo de Roma -, foi sepultado nas escavações que depois se transformaram nas catacumbas de São Calisto, na Itália.
A Igreja também celebra hoje a memória dos santos: Roberto abade e Hermógenes.

caritas Internacional

caritas Internacional 
convida Jovens para a JMJ Rio 2013


Cidade do Vaticano (RV) – A Caritas Internacional convida seus parceiros a participarem de uma reunião para jovens na semana que antecede a Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro.

O encontro está sendo organizado pela Caritas Brasileira em várias dioceses de Minas Gerais nos dias 14 e 15 de julho. Os jovens peregrinos serão convidados a falarem sobre suas experiência com as Caritas em seus respectivos países, debatendo temas como o engajamento juvenil, pobreza, fome, segurança alimentar e proteção do meio ambiente.

Depois de participarem da Semana Missionária, os jovens se dirigirão ao Rio, onde a Caritas está organizando uma série de atividades, em especial, no primeiro dia da Jornada, uma marcha internacional contra a fome e a violência. 

“Pedimos a cada organização-membro da Caritas que identifique os jovens que desejam participar da JMJ. Estamos certos de que será uma grande oportunidade para eles aprenderem uns com os outros e crescerem juntos. A Caritas necessita de jovens apaixonados e dedicados a realizarem sua missão!” – lê-se na carta assinada pelo Presidente da Caritas Internacional, Card. Oscar Andrés Rodríguez Maradiaga.
(BF)


Texto proveniente da página

Radio Vaticano (RV) 

terça-feira, 16 de abril de 2013

Padre George Lourenço MSF


Padre George Lourenço MSF

 assumirá no próximo dia 28 a reitoria do Santuário do Lima


Na Missa deste domingo, 14 presidida por Pe. Domingos de Sá, msf na paróquia de Almino Afonso/RN, informou a comunidade que depois de 4 anos está deixando a administração da Paróquia de Patu e do Santuário do Lima, no próximo dia 28 de Abril será empossado para administrar a Paróquia de Nossa Senhora das Dores ( Patu ) como novo vigário paroquial o Pe. Américo, msf. 

Pe. Domingos foi eleito a 1 ano atrás reitor geral dos Missionários da Sagrada Família no nordeste e continuará seus trabalhos em Recife- PE.
Após a saída de Pe. Possidio Lopes que assumiu a Paróquia de Martins-RN, Pe. Domingos assumiu a Paróquia de Patú e provisoriamente a então Área Pastoral de Almino Afonso, com a criação da Paróquia do SCJ de Almino Afonso em 21 de Setembro de 2011 entrou em seu Lugar Pe. George Loureço dos Santos, msf para administrar a recém criada Paróquia.

Para o Santuário de Nossa Senhora dos Impossíveis ( Santuário do Lima ) será empossado o Pe. George Lourenço, msf atual administrador da Paróquia de Almino Afonso.

A comunidade do Santuário do Lima/Patuense agradece de coração ao empenho e dedicação para conosco, seu trabalho foi de suma importância para a edificação da nossa Paróquia, não é uma despedida e sim um até logo, acreditamos que logo, logo voltaremos a nos reencontrar, vá com Deus e que Nossa Senhora dos Impossíveis lhe guie nesta nova etapa em prol da evangelização.

Fonte: Blog da Paróquia de Almino Afonso

Liturgia Diária


Primeira leitura (Atos dos Apóstolos 7,51-8,1a)
Leitura dos Atos dos Apóstolos.

Naqueles dias, Estêvão disse ao povo, aos anciãos e aos doutores da lei: 51“Homens de cabeça dura, insensíveis e incir­cuncisos de coração e ouvido! Vós sempre resististes ao Espírito Santo e como vossos pais agiram, assim fazeis vós! 52A qual dos profetas vossos pais não perseguiram? Eles mataram aqueles que anunciavam a vinda do Justo, do qual, agora, vós vos tor­nastes traidores e assassinos. 53Vós recebestes a Lei, por meio de anjos, e não a observastes!”
54Ao ouvir essas palavras, eles ficaram enfurecidos e rangeram os dentes contra Estêvão.55Estêvão, cheio do Espírito Santo, olhou para a céu e viu a glória de Deus e Jesus, de pé, à direita de Deus. 56E disse: “Estou vendo o céu aberto, e o Filho do Homem, de pé, à direita de Deus”.
57Mas eles, dando grandes gritos e, tapando os ouvidos, avançaram todos juntos contra Estêvão; 58arrastaram-no para fora da cidade e começaram a apedrejá-lo. As testemunhas deixaram suas vestes aos pés de um jovem, chamado Saulo. 59Enquanto o apedrejavam, Estêvão clamou dizendo: “Senhor Jesus, acolhe o meu espírito”. 60Dobrando os joelhos, gritou com voz forte: “Senhor, não os condenes por este pecado”. E, ao dizer isto, morreu. 8,1aSaulo era um dos que aprovavam a execução de Estêvão. 

- Palavra do Senhor. 
- Graças a Deus.
 
Salmo (Salmos 30)
— Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito.
— Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito.

— Sede uma rocha protetora para mim, um abrigo bem seguro que me salve! Sim, sois vós a minha rocha e fortaleza; por vossa honra orientai-me e conduzi-me!
— Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito, porque vós me salvareis, ó Deus fiel! Quanto a mim, é ao Senhor que me confio, vosso amor me faz saltar de alegria.
— Mostrai serena a vossa face ao vosso servo e salvai-me pela vossa compaixão! Na proteção de vossa face os defendeis bem longe das intrigas dos mortais.
 
Evangelho (João 6,30-35)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, a multidão perguntou a Jesus: 30Que sinal realizas, para que possamos ver e crer em ti? Que obras fazes? 31Nossos pais comeram o maná no deserto, como está na Escritura: ‘Pão do céu deu-lhes a comer’”.
32Jesus respondeu: “Em verdade, em verdade vos digo, não foi Moisés quem vos deu o pão que veio do céu. É meu Pai que vos dá o verdadeiro pão do céu. 33Pois o pão de Deus é aquele que desce do céu e dá vida ao mundo”. 
34Então pediram: “Senhor, dá-nos sempre desse pão”. 35Jesus lhes disse: “Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim não terá mais fome e quem crê em mim nunca mais terá sede”. 

- Palavra da Salvação. 
- Glória a vós, Senhor.
Fonte: Canção Nova

Santa Bernadete Soubiros


Santa Bernadete Soubiros
Bernarda, era o nome a filha de Francisco Soubirous e Luisa Casterot, nascida em 7 de janeiro de 1844, em Lourdes, uma região montanhosa da França, os famosos Pirineus. Mas era chamada pela forma carinhosa do nome no diminutivo: Bernadete. A família de camponeses era numerosa, religiosa e muito pobre. Desde a infância, a pequena tinha problemas de saúde em consequência da asma. Era analfabeta, mas tinha aprendido a rezar o terço, o que fazia diariamente enquanto cuidava dos afazeres da casa.
Numa tarde úmida e fria, Bernadete foi, junto com a irmãzinha e algumas companheiras, procurar gravetos. Tinham de atravessar um riacho, mas ela se atrasou porque ficou com receio de molhar os pés, quando ouviu um barulho nos arbustos, ergueu os olhos e viu uma luz, dentro da gruta natural na encosta da montanha. Olhando melhor, viu Nossa Senhora vestida de branco, faixa azul na cintura, terço entre as mãos, que a chamou para rezar. Era o dia 11 de fevereiro de 1858.
Quando chegaram em casa, a sua irmãzinha contou o ocorrido para os pais, que a proibiram de sair de casa. Bernadete chorou muito e adoeceu, então os pais deixaram que ela voltasse para lá. A aparição se repetiu, sete dias depois, quando Nossa Senhora lhe disse: “Não te prometo a felicidade neste mundo, mas no outro”. Voltou mais dezoito vezes, até 16 de julho, na gruta de Massabielle, nos montes Pirineus.
O pároco da diocese, no início, mostrou-se incrédulo quanto às aparições, por isso disse a Bernadete: “Peça a essa senhora que diga o seu nome”. A resposta foi: “Eu sou a Imaculada Conceição”. O que mais se admirou em Bernadete foi a sua modéstia, autenticidade e simplicidade. Compreendeu que tinha sido escolhida como instrumento para a mensagem que a Virgem queria transmitir ao mundo, que era a conversão, a necessidade de rezar o terço e o seu próprio nome: “Imaculada Conceição”.
Bernadete sofreu muitas e pesadas provações para ser acreditada em suas visões, que só os numerosos milagres confirmaram como obra divina. Enquanto o Santuário de Nossa Senhora de Lourdes se tornava um dos lugares mais visitados pelos peregrinos do mundo e a água da fonte era considerada milagrosa pelos devotos, Bernadete se recolhia na sombra.
Ingressou na Congregação das Irmãs de Caridade de Nevers, sendo admitida no noviciado seis anos depois por motivo de saúde. Ao tomar o hábito definitivo, recebeu o nome de Maria Bernarda. Mas nunca recebeu um privilégio das irmãs, parecia que essa frieza fazia parte de sua provação. Sempre bem-humorada, trabalhou como enfermeira no interior do convento, depois foi sacristã. Contudo sua doença se agravou e ela viveu nove anos numa cama, entre a vida e a morte.
Rezava não para livrar-se do sofrimento, mas para ter paciência e forças para tudo suportar, pois queria purificar-se para poder rever Nossa Senhora. Bernadete morreu em 16 de abril de 1879. O papa Pio XI canonizou-a em 8 de dezembro de 1933, dia da Imaculada Conceição, designando sua festa para o dia de sua morte.
A Igreja também celebra hoje a memória dos santos: Calisto de Corinto, Júlia e Marçal.

Somos seres naturalmente fortes e limitados


Somos seres naturalmente fortes e limitados 
"Todos carregam forças e limitações"
Frutos de Maria
Em muitos momentos de nossas vidas somos cobrados a sermos fortes e, muitas vezes, somos cobrados também a esconder nossas limitações. 

Não é incomum as pessoas confundirem limitações com fraquezas, e buscarem esconder dos outros aquelas características que julgam como fracas ou inapropriadas para uma pessoa forte. Contudo, quando buscamos esconder aquilo que realmente somos, o que estamos a fazer na verdade é gastando uma grande quantidade de energia para manter escondidas partes de nós. Esse grande dispêndio de energia é bastante prejudicial, pois estamos deixando de investir energia no nosso crescimento, e investindo em uma atividade que renderá apenas ansiedade e descrença. 

“Todo mundo é um gênio. Mas, se você julgar um peixe por sua capacidade de subir em uma árvore, vai gastar toda a sua vida acreditando que ele é estúpido.” (Albert Einstein) 

Os seres humanos são extremamente fortes. Se pararmos para analisar a condição humana, vamos perceber que para viver neste mundo precisamos de uma força tremenda, pois enfrentamos incríveis desafios todos os dias. Mas o lado é bom é que, quanto mais enfrentamos desafios, mais nossas forças aumentam. 

Os desafios podem funcionar como fortificantes, ou como algozes, vai depender das escolhas pessoais de cada pessoa. Você pode escolher utilizar os desafios para vencer, ou pode escolher utilizar os desafios para mergulhar numa zona de conforto e permanecer num estado de vítima. O fato é que temos esse poder de escolha. 

Por sermos humanos, carregamos também algumas limitações conosco. Nosso corpo é muito limitado, portanto, ele nos impede de realizar algumas coisas. Nossa força emocional e psicológica também é limitada, o que nos impede também de realizar algumas coisas. As forças e limitações das pessoas são diferentes: eu posso ser forte para realizar alguma coisa e você pode não ser, ou você pode ser forte para realizar alguma outra coisa e eu não conseguir realizar tão bem quanto você. O fato é que todos carregam forças e limitações, mesmo que isso difira de pessoa para a pessoa. 


Ser forte é também reconhecer quando não se consegue realizar algo

Muitas vezes encontramos situações que desafiam nossas capacidades, nessas ocasiões, precisamos estar cientes de nossas forças e limitações, para percebermos o que é necessário para resolver aquela determinada situação. Nesse sentido, o autoconhecimento se torna a ferramenta principal, visto que ele nos possibilita saber quais os recursos internos que possuímos que facilita a buscar por aquilo que precisamos para resolver um determinado problema. Ele nos possibilita também perceber quais recursos que já possuímos e que são úteis para resolver uma determinada questão, e quais já possuímos de alguma forma, mas que precisam ser melhorados. 

Reconhecer que não se consegue realizar algo é um ato de extrema força e coragem, pois é muito difícil assumir que em alguns aspectos somos limitados. Contudo, precisamos ficar atentos: estamos limitados para realizar determinada coisa ou estamos é enganando a nós mesmos e aos outros? Essa questão é bem complexa e, novamente, o autoconhecimento é a ferramenta principal que nos ajuda a perceber o que realmente está acontecendo. Se eu me conheço profundamente, percebo com muita clareza quando estou limitado, ou quando estou mesmo é desanimado ou com medo de realizar alguma coisa. 

Ser forte é também procurar apoio quando percebo que minhas limitações me impedem de realizar algo

Quando percebemos que as limitações que fazem parte de nós estão nos impedindo de realizar algo, temos a oportunidade de agir para mudar o quadro, ou seja, temos a oportunidade de realizar um ato que nos torne mais capacitados para lidar com a problemática que desafia nossas capacidades. 

Buscar ajuda de outra pessoa, de um profissional ou de um material (livro, texto, vídeo, etc.), por exemplo, pode ser uma ótima forma de melhorar nossas competências para então nos tornarmos mais aptos para lidar com os desafios que se interpõem entre nós e os nossos objetivos. 


Buscar ajuda é também um ato de coragem, força e humildade. 

É preciso conhecer, encarar e aceitar as próprias limitações Somente nos desenvolvemos, somente nos tornamos mais fortes, quando conhecemos e aceitamos nossas próprias limitações. Como vou saber quais minhas reais capacidades se desconheço minhas limitações? Quando desconheço — ou escondo — minhas limitações corro o risco de esconder ou mascarar também minhas reais capacidades. Além disso, o gasto de energia com o ato de sempre esconder e vigiar as próprias limitações é enorme, assim, sobra menos energia para investir em crescimento e realização de projetos, objetivos e sonhos.

Esconder as próprias limitações pode, com o tempo, tornar-se algo muito angustiante e gerador de ansiedade. Imagine: você o tempo todo precisando se policiar para não revelar aquela sua limitação. Você precisará ficar o tempo todo em alerta, vigiando todas suas palavras e atos. Isso pode gerar uma ansiedade extrema, e a pressão que você vai segurando dentro de si vai gerando uma grande angústia e, mais cedo ou mais tarde, essa pressão pode se tornar tão insuportável que você sentirá uma grande necessidade de colocar tudo para fora de uma vez. Também pode desenvolver um medo que tem relação com “o que pode acontecer quando eu não mais conseguir segurar isto?”. Vem então mais ansiedade e pressão. 

É mais produtivo encarar, aceitar e compreender nossas limitações, e então buscar formas eficazes de superá-las. 


Superar limitações é um processo

Superar nossas limitações é um processo que deve realizado com calma e paciência. Não cabe instantaneidade aqui. O processo de autoconhecimento, de desenvolvimento de habilidades e potencialidades, não é algo que acontece da noite para o dia. É preciso fundar alicerces firmes para garantir a solidez do crescimento. 


Resultados instantâneos vão embora também de forma instantânea. 

Superar limitações é um processo que nos capacita para enfrentar os desafios que a vida nos apresenta. Isso demanda tempo, reflexão, humildade, perseverança e vontade de conhecer a si mesmo. 

Conheça-se, encare e aceite aquilo que você é, e então comece a trabalhar naquilo que você deseja ser.

Anderson Cristiano da Costa
Psicólogo formado pela PUC Minas. Atende em consultório privado em Santo Antônio do Monte, MG. Atende também pela internet através do site PsiVida. Autor de diversos livros digitais e do eBook O Vencedor O Pessimista: como avaliar suas escolhas e alcançar seus objetivos. 

Fonte: PSI Vida online

domingo, 14 de abril de 2013

JPJ

Vem o 4º Encontrão da Juventude o JPJ (Jornada Paroquial da Juventude) no dia 19 de maio de 2013 aguarde.

Papa


Papa 

no Regina Coeli convida a rezar pelos cristãos perseguidos



Cidade do Vaticano (RV) - Cerca de oitenta mil fiéis e peregrinos rezaram o Regina Coeli conduzido pelo Papa Francisco, neste lindo domingo de sol, na Praça São Pedro.

Em sua alocução, o pontífice se deteve brevemente na passagem do livro dos Atos dos Apóstolos que se lê na liturgia deste 3° Domingo de Páscoa.

"Este texto refere que a primeira pregação dos Apóstolos em Jerusalém encheu a cidade da notícia que Jesus tinha verdadeiramente ressuscitado segundo as Escrituras e era o Messias anunciado pelos profetas", disse o Papa Francisco, acrescentando:

"Os sumos sacerdotes e os chefes da cidade procuraram cortar pela raiz a comunidade de fiéis em Cristo e fizeram aprisionar os apóstolos, ordenando-lhes de não ensinar mais em seu nome. Mas Pedro e os outros onze responderam: É preciso obedecer antes a Deus do que aos homens. O Deus de nossos pais ressuscitou Jesus o exaltou à sua direita como chefe e salvador. E desses fatos somos testemunhas nós e o Espírito Santo. Então, flagelaram os Apóstolos e ordenaram-lhes de não falarem novamente no nome de Jesus. E eles foram embora, contentes por terem merecido sofrer insultos por causa do nome do Senhor."

O pontífice então perguntou: "Onde encontravam os primeiros discípulos a força para esse testemunho? Não só. De onde vinha a alegria e coragem para anunciar, não obstante os obstáculos e a violência? Não podemos nos esquecer que os apóstolos eram pessoas simples, não eram escribas, doutores da lei, nem pertencentes à classe sacerdotal. Como puderam, com seus limites e a oposição por parte das autoridades, encher Jerusalém com seus ensinamentos? É claro que somente a presença com eles do Senhor Ressuscitado e a ação do Espírito Santo podem explicar este fato. A sua fé se baseava numa experiência tão forte e pessoal de Cristo morto e ressuscitado que eles não tinham medo de nada nem de ninguém, e até mesmo viam as perseguições como um motivo de honra, que lhes permitia seguir os passos de Jesus e assemelhar-se a Ele, testemunhando com a vida".

Francisco ressaltou que "a história da primeira comunidade cristã nos diz algo muito importante, que vale para a Igreja de todos os tempos, e também para nós: quando uma pessoa verdadeiramente conhece Jesus Cristo e crê nele, experimenta a Sua presença na vida e a força de sua ressurreição, e não pode deixar de comunicar esta experiência. E, se encontra incompreensões ou adversidades, se comporta como Jesus em sua Paixão: responde com amor e com a força da verdade".

O Papa convidou a pedir a Maria Santíssima "para que a Igreja em todo o mundo anuncie com franqueza e coragem a Ressurreição do Senhor e testemunhe de maneira eficaz com sinais de amor fraterno". Ele convidou a rezar especialmente pelos cristãos que sofrem perseguição: "que eles sintam a presença viva do Senhor Ressuscitado", disse.

Após o Regina Coeli, o Papa Francisco recordou a beatificação neste sábado, em Veneza, Itália, de Pe. Luca Passi, sacerdote de Bérgamo, do século XIX, fundador da Obra Secular Santa Dorotéia e do Instituto das Irmãs Mestras de Santa Dorotéia.

O pontífice lembrou também que neste domingo na Itália se celebra o Dia da Universidade Católica do Sagrado Coração, sobre o tema "As novas gerações para além da crise."

"Esta Universidade nasceu da mente e do coração de Pe. Agostino Gemelli e com um grande apoio popular formou milhares e milhares de jovens a serem cidadãos competentes e responsáveis, construtores do bem comum. Convido a apoiar sempre esta Universidade para que continue oferecendo às novas gerações uma ótima formação para enfrentar os desafios do tempo presente", destacou Francisco.

A seguir, o Papa saudou os peregrinos de vários países, as famílias, grupos paroquiais, movimentos e jovens. Saudou de modo especial os meninos e meninas que estão se preparando para o Sacramento do Crisma. (MJ)