sábado, 3 de dezembro de 2016
A caminhada da vida
A caminhada da vida
Na caminhada da vida, aprendi que
nem sempre temos o que queremos.
Porque nem sempre
o que queremos nos faz bem.
Foi preciso sentir dor, para que
eu aprendesse com as lágrimas.
Foi necessário o riso, para que
eu não me enclausurasse com o tempo.
Foram precisas as pedras, para que
eu construísse meu caminho.
Foram fundamentais as flores, para que
eu me alegrasse na caminhada.
Foi imprescindível a fé, para que eu
não perdesse a esperança.
Foi preciso perder, para que
ganhasse de verdade.
Foi no silêncio que me
escutaram com clareza.
Pois sem provas não tem aprovação.
E a vitória sem conquista é ilusão.
E a maior virtude dos fortes é o perdão.
nem sempre temos o que queremos.
Porque nem sempre
o que queremos nos faz bem.
Foi preciso sentir dor, para que
eu aprendesse com as lágrimas.
Foi necessário o riso, para que
eu não me enclausurasse com o tempo.
Foram precisas as pedras, para que
eu construísse meu caminho.
Foram fundamentais as flores, para que
eu me alegrasse na caminhada.
Foi imprescindível a fé, para que eu
não perdesse a esperança.
Foi preciso perder, para que
ganhasse de verdade.
Foi no silêncio que me
escutaram com clareza.
Pois sem provas não tem aprovação.
E a vitória sem conquista é ilusão.
E a maior virtude dos fortes é o perdão.
quinta-feira, 28 de julho de 2016
sexta-feira, 22 de janeiro de 2016
Por que namorar sem sexo?
Quando o assunto é sexo antes do casamento, a coisa tende a ficar polêmica. Alguns podem pensar que a castidade é somente um mandamento da Igreja, por isso decidem vivê-la por medo de pecar. Mas, afinal, por que namorar sem sexo?
A renúncia da relação sexual não é somente uma expressão de obediência à Igreja; é também uma manifestação de amor ao seu parceiro e a Deus: “Se me amais, guardai os meus mandamentos” (João 14,15). Não importa o que vocês viveram no passado, a pureza pode ser recuperada se um casal voltar o coração para o Senhor. Entretanto, um passo indispensável é a busca pelo sacramento da reconciliação.
Em entrevista ao Portal Canção Nova, o norte-americano Mark Evan, especialista em Teologia do Corpo, de São João Paulo II, afirma: “Uma menina sexualmente ativa com o namorado está basicamente dizendo-lhe: ‘Estou disposta a fazer sexo com um homem, mesmo que ele não seja meu marido’. Felizmente, hoje, esse homem é você, mas amanhã pode ser qualquer outro”.
A intimidade sexual no relacionamento pode cegar o casal e impedir que eles realmente se conheçam. Eles podem se casar com base no que sentem um pelo outro, e não com base em quem eles são um para o outro. Por isso, sempre é tempo de recomeçar, e o primeiro passo é reservar a intimidade sexual para o casamento.
Por que escolher viver a castidade?
A castidade é uma maneira segura de proteger o amor. Virtudes como a castidade, humildade, autocontrole, paciência e disposição para se sacrificar, que mantêm os matrimônios saudáveis, são desenvolvidos no namoro.
Se um casal não entende esses princípios, talvez eles não entendam o significado do sacramento do matrimônio. O casamento não é apenas um compromisso feito em um pedaço de papel, mas é um vínculo sobrenatural, uma aliança de Deus com o casal que só pode ser rompido com a morte. Na noite de núpcias, a relação sexual é a expressão visível dessa união invisível abençoado por Deus.
Se o casal coabita, é melhor deixar de viver juntos, porque é tentador dormir na mesma casa, uma vez que eles estarão mais propensos a cair nos velhos hábitos. Dormir e acordar juntos, na mesma casa, em uma rotina diária com uma pessoa que você ama, é um dom que deve ser reservado para o casamento.
O amor é paciente e os casais que são confidentes em seu amor e vivem a castidade sabem que eles terão o resto de suas vidas para desfrutar do sexo. Agora é o tempo propício para se preparar para o matrimônio e estabelecer as bases para o resto da vida juntos.
Deus abençoe a sua decisão!
segunda-feira, 4 de janeiro de 2016
Seja um Evangelho vivo
Seja um Evangelho vivo
Seja o Evangelho vivo que as pessoas vão ler
Não basta eu ler a Bíblia, tenho de ser Evangelho vivo
Graças a Deus, existem pessoas que lutam para levar o Evangelho aos outros, não só com os lábios, com o anúncio da Palavra, mas também com a vida. Há aqueles que se fazem Evangelho.
Há muitas pessoas que não têm o Evangelho nas mãos, não têm a Bíblia para ler. Elas não têm outro Evangelho a não ser a nossa própria vida como testemunho da Palavra.
Precisamos assumir o Evangelho de Deus como regra de vida.
Muitas ideias e discursos X Poucos testemunhos de vida
Na verdade, o mundo está cansado de “blá, blá, blá”, de tantas palavras e notícias ruins.
Há um acúmulo exagerado de informações. São tantos meios de comunicação, que as pessoas nem prestam mais atenção em tudo o que é falado; mas, no fundo, elas buscam algo novo, buscam a Boa Nova. E quando se deparam com o Evangelho verdadeiro e vivido, elas se rendem, pois esse é o único caminho que preenche a alma.
Jesus disse: “eu sou o caminho, a verdade e a vida” (cf. Jo 14,6). Não há outro.
Sem medo de viver o Evangelho na íntegra
São esses os verdadeiros cristãos, aqueles que testemunham o Evangelho com a vida. Estes não ficam dando desculpas nem justificam seus pecados; eles não fazem parte de negócios escusos nem aceitam o Evangelho pela metade. Pelo contrário, assumem os propósitos da Boa Nova de Cristo com afinco e buscam viver a santidade. Não são perfeitos, mas estão lutando para viver o Evangelho. Fazem de sua vida um Evangelho vivo, são como sal.
Fazer acontecer os efeitos do Evangelho
Gostamos do sal refinado que colocamos na comida, mas o sal em estado bruto é grosso. Se o colocamos numa ferida ou na boca, ele é agressivo. Temos de ser assim, temos de agredir beneficamente, provocar. Assim deve ser o verdadeiro católico, como o sal recém saído do mar.
Precisamos ser sal onde estivermos, fazer acontecer os efeitos do Evangelho. Somos o sal nesta terra, neste mundo.
Sim, Senhor, é assim que eu quero ser. É essa graça que eu peço aos meus irmãos, que sejamos Evangelhos ambulantes, vivo e vivido.
Seu irmão,
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
quinta-feira, 24 de dezembro de 2015
A personalidade de uma pessoa
A personalidade de uma pessoa
O que determina a personalidade de uma pessoa?
A personalidade de uma pessoa é definida pela totalidade dos traços emocionais
Quando falamos de personalidade, sempre pensamos no conjunto de traços emocionais de uma pessoa, ou seja, como ela reage emocionalmente diante de situações e comportamentos. Isso tem mais a ver quando falamos em caráter, ou seja, se aquela pessoa tem um bom ou mau caráter, como ela age diante da sociedade. No popular, é o tal “jeitão” da pessoa, ou seja, como ela percebe alguém e reage em relação ao outro.
Diferença entre personalidade e temperamento
São coisas diferentes por conceito e por evolução dos estudos da Psicologia. Quando nós falamos em personalidade, cada autor da Psicologia a define de uma forma.
Temperamento se dá como uma reação mais instintiva, biológica. Lá no começo desse estudo, quando pouca coisa se sabia das pessoas, começou-se a perguntar qual era a reação daquele indivíduo frente a determinadas características. Foi quando chegamos ao estudo do que melancólico, colérico, fleumático ou sanguíneo. Já na personalidade, temos um conjunto mais amplo [de fatores] que fala não só do jeito da pessoa ser, mas de uma série de definições de reação, característica e comportamento. É um conceito mais amplo do que o temperamento.
O que realmente significa “personalidade forte”?
Há traços nas pessoas que ficam mais evidentes. Um exemplo é quando falamos no colérico (vou usar a expressão do temperamento de novo): o que marca uma pessoa que tem esse temperamento? É alguém mais enraivecido, que reage de forma mais agressiva. Geralmente, a isso chamamos “personalidade difícil”. No entanto, a popularização desse termo é um erro de conceito.
Personalidade madura
Maturidade não é um sinal apenas de amadurecimento biológico, ou seja, se temos mais ou menos idade. Personalidade madura tem aquela pessoa que consegue viver seus processos emocionais; é aquela que tem, por exemplo, respostas adequadas para um momento, como o término do namoro. Há pessoas que, ao terminar um namoro, conseguem compreender a situação e partem para um outro relacionamento. Outras, no entanto, ficam com um sentimento de vingança e querem tirar satisfação, pois não conseguem entender emocionalmente o fim de uma relação. Diz-se, então, que essa pessoa é imatura no ponto de vista emocional, ou seja, ela não conseguiu ainda conviver e trabalhar com toda a sua emoção. Ela não consegue, por exemplo, sofrer pressão.
Entendemos que a maturidade passa por aspectos não só físicos, mas de compreensão das vivências emocionais e sociais. Nós não podemos nos esquecer de que somos seres biopsicossociais. Temos tudo aquilo que é o nosso biológico, psicológico e aquilo que é nosso convívio na sociedade. Podemos ser pessoas imaturas quando, por exemplo, não sabemos nos relacionar num grupo, conviver positivamente no trabalho, na escola ou no lazer.
O que forma a nossa personalidade?
A nossa personalidade é formada por infinitas situações, e uma delas é a nossa estrutura familiar, o berço onde nascemos, como fomos criados e inseridos na sociedade. Então, se somos pessoas muito expostas a festas e eventos, isso vai dizer se vamos nos tornar pessoas mais falantes, com um jeito mais extrovertido. Se alguém tem uma reação de birra, com uma criança que sempre busca ser agradada, percebemos que ela é um adulto que age como uma criança, ou seja, que só fica bom quando é do jeito dela, que só fica legal quando faz do jeito que ela gosta. Isso também é um traço e um conjunto de questões que vão formar a personalidade madura.
Outra questão que contribui muito para formar a nossa personalidade é a forma de aceitação do nosso “eu”. Primeiro, é preciso que nos aceitemos como somos, entretanto, hoje temos uma exigência da sociedade de seguir o modelo que ela nos impõe. Então, a primeira coisa é nos aceitarmos do jeito que somos, perfeito ou com limitações, para que nos entendamos. Temos de pensar também na aceitação daquilo que são as nossas dificuldades, mas há aqueles que não conseguem conviver com isso, o que é algo bastante complicado.
Problemas de uma pessoa imatura
Uma das maiores queixas, ao falarmos de problemas, é quando demitimos alguém. Aquele que se desliga, geralmente, é uma pessoa que tem problemas de relacionamento; não porque seja ruim tecnicamente ou não conheça aquilo que faz, mas alguém imaturo pode não conseguir se fixar num relacionamento nem estabelecer um bom vínculo no seu trabalho, pode não conseguir definir um destino profissional. É aquela pessoa que hoje faz culinária, amanhã faz desenho, depois desiste e faz administração; daqui a pouco, acha melhor abrir uma barraquinha de cachorro-quente. Mesmo assim, está sempre descontente. Esses são os principais problemas que podemos ter, porque vai chegar uma hora em que os grupos vão se fechando e a pessoa vai se sentindo muito só.
Em um relacionamento, que fatores devem ser observados para saber se o outro tem domínio sobre a sua afetividade?
Conhecer o outro é sempre um mistério. Principalmente, observar como é a sua forma de ser responsável. Ele é uma pessoa que cumpre o que diz? É alguém que se adapta fácil às situações ou tem dificuldade de mudar? Como é o humor dessa pessoa? Ela é constante ou oscila muito? Como é o afeto dela, como mostra que ama? Ela é alguém mais extrovertida? O importante é percebê-la socialmente, não só com você, porque, às vezes, existe o erro de olhar o relacionamento só “você e o outro”, mas não vivemos só “eu e o outro”, mas com amigos, com a sociedade.
Influência da razão e do sentimento
Nós podemos sempre reagir ou tomar decisões com base na razão ou na emoção. Se essa minha emoção é mal trabalhada ou mal canalizada, e eu pauto minha decisão apenas nisso, corro um grande risco de fazer algo errado. O que é importante nesse aspecto é se eu sou um ser apenas racional; e razão também é uma qualidade no ser humano. Há pessoas que são extremamente racionais, analíticas, perceptivas nesse ponto. Outras, são totalmente intuitivas. É importante observar isso, porque a razão tem uma influência, mas ela não é a única forma de reagirmos.
terça-feira, 13 de maio de 2014
8 Conselhos
8 Conselhos
Para quem quer viver a castidade
Há uma geração de jovens que buscam a santidade, e um dos grandes desafios dessa juventude é viver a castidade. Por isso, coloco abaixo alguns conselhos para aqueles que almejam essa virtude:
1. Participar da Santa Missa, se possível todos os dias. A Celebração Eucarística é um grande encontro com Jesus, Ele que se fez pão, que nos traz vida em abundância. Sua constância produzirá diversos frutos, dentre eles, a fortaleza.
2. Oração pessoal, comunitária e a oração do santo terço. Estar em contato com Deus nos permite aprofundar a amizade com Ele. Qual amigo quer decepcionar o outro? Portanto, rezar nos permite ser livres para viver a vontade do Senhor. Ao rezar o terço, comece com uma Ave-Maria, depois duas… Quando perceber, estará rezando o rosário. Nossa Senhora é sua grande auxiliadora, não se esqueça disso!
3. Jejuar. O jejum, se bem praticado, por mais simples que seja produz frutos como a disciplina e o autocontrole.
4. Ler a Palavra. É preciso buscar a leitura e a reflexão diária da Bíblia. Muitas vezes, estaremos como Jesus no deserto; o demônio tentará nos convencer de que devemos pecar contra a castidade. Mas é possível combatê-lo com o auxílio de Deus, por meio de Suas palavras.
5. Buscar o Sacramento da Reconciliação. Os santos sempre se confessavam. Não seria bom fazer o mesmo? A confissão renova nossa amizade com o Senhor e traz paz e ânimo necessários para continuarmos a caminhada. Caiu? Não consegue se arrepender? Peça a ajuda de Deus. Levante-se!
6. Pensamentos, palavras e olhares para o céu. Diante das fragilidades, é necessário que sempre sejam evitados o pensamento, a palavra e o olhar impuros. É preciso cortá-los pela raiz! Se um ambiente, um site ou algum tipo de roupa não transmitir pureza, é melhor percorrer outro caminho. Lembre-se: um vazamento pequeno pode se transformar em uma inundação!
7. Fuga do pecado. Esse tipo de fuga não é covardia; pelo contrário, é muito corajosa! Muitas vezes, o rapaz e a moça pensam que são capazes de suportar a tentação. Cuidado! Camufladamente, isso pode ser falta de humildade. O cristão deve compreender quais são os seus limites.
8. Castidade como objetivo. Muitas vezes, o jovem quer viver a castidade, mas, por falta de determinação, acaba caindo em pecados que poderiam ser evitados. É necessário levantar para si mesmo essa bandeira. PHN, “Por hoje não quero mais pecar”!
Jovem, que Deus o ilumine e apresente mais caminhos seguros para você alcançar a castidade. Lembre-se do que São Paulo disse ao jovem Timóteo: “Torna-te modelo para os fiéis no modo de falar e de viver, na caridade, na fé, na castidade”.
Nossa Senhora da Pureza, rogai por nós!
Fonte: Destrave Canção Nova
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