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quarta-feira, 26 de março de 2014

CF jovem


Encontro da CF jovem 
na capela de santa teresinha 
No dia vinte dois de março de dois mil e quatorze (22/03/2014)domingo passado, foi realizado na capela de santa teresinha, o terceiro encontro da campanha da fraternidade jovem com o tema "deus auto da liberdade não tolera  a escravidão" , o encontro foi realizado pelo os grupos de jovens JOCAP e JOVIASC , um encontro  em que os jovens puderam entender mais sobre o tema da CF 2014, que fala sobre o trafico humano, veremos agora algumas fotos.


















Líder mais influente do mundo

Líder mais influente do mundo
É o que diz a revista Fortune


Líder mais influente do mundo
A revista de negócios Fortune considerou que o Papa Francisco é o líder mais influente do mundo e justificou a decisão baseando-se em seu "eletrizante" estilo de gestão pastoral e nas reformas que encarou na Igreja Católica.

A publicação colocou o primeiro Papa latino-americano e jesuíta da história no topo de uma lista de 50 personalidades mundiais destacadas, tendo como segundo lugar a chanceler alemã Angela Merkel.

"Há exatamente um ano atrás, a ‘fumata bianca’ anunciou o novo líder espiritual de 1.2 bilhões de católicos romanos no mundo. Neste período, Francisco eletrizou a Igreja e atraiu legiões de admiradores não católicos ao estabelecer energicamente um novo rumo", precisou.

"Recentemente, Francisco pediu ao mundo que deixe de tratá-lo como uma estrela de rock. Sabe que embora sejam revolucionárias, suas ações até agora só refletiram um novo tom e novas intenções", acrescentou a revista.

A imagem positiva do Papa argentino foi durante 2013 capa de numerosos jornais e revistas do mundo inteiro.

A revista Times, The Yorker, Wall Strett Journal, e até a revista emblema do rock, a Rolling Stone, dedicaram artigos elogiosos ou o escolheram como personalidade do ano.

Fonte: ACI Digital

segunda-feira, 24 de março de 2014

Qual língua o demônio entende?

Qual língua o demônio entende?
O Demônio entende português?


Qual língua o demônio entende?
O demônio é um anjo que Deus criou bom e a quem permite tentar os homens para consolidar a fidelidade destes ao Senhor. Não podemos descer a por menores ao tratarmos do conhecimento que o demônio tem das realidades humanas. É certo, porém, que ele não aprende determinadas línguas e ignora outras. O maligno conhece o que vai no íntimo dos homens tão somente na medida em que estes manifestam por sinais o que lhes vai no coração. A Escritura e a Tradição sempre exortaram os fiéis a rezar em voz alta e publicamente, sem receio de quesuas intenções pudessem ser contraditadas pelo Maligno ciente do que pedimos a Deus. Adernais a glossolália é um carisma, um dom esporádico de Deus, que não pode ser institucionalizado ou exercido a gosto do cristão.

* * *

Um caso realmente ocorrido oferece ocasião a reflexões.

Certa vez, num grupo de oração, a pessoa que coordenava perce­beu que um dos participantes orava em voz alta na língua portuguesa. Exclamou então com grande ânimo: Ore em línguas, pois o demônio está entendendo o português!”…

O fato sugere algumas considerações.

REFLETINDO…

Proporemos três ponderações.

1. O que o demônio sabe…

O demônio é um anjo, espírito sem corpo, que Deus criou bom mas que se perverteu por soberba. É dotado de inteligência e vontade mais agudas do que a inteligência e a vontade dos homens, porque não sujeitas aos entraves da corporeidade.

Sendo espíritos sem vinculação com a matéria, os anjos bons e maus não dependem dos sentidos, como nós dependemos. Não preci­sam de abrir os olhos ou os ouvidos para captar impressões visuais ou sonoras e elaborá-las pelo raciocínio, …raciocínio prolongado e sujeito a erros. O conhecimento dos anjos é inato e intuitivo.

Inato: Deus lhes infundiu, desde que os criou, as noções que lhes convinha saber, a respeito de Deus, dos outros anjos, dos homens e da natureza. Intuitivo, isto é, não discursivo; o anjo vai direto ao âmago das coisas1 sem experimentar hesitações – 0 que lhe permite ter um saber muito mais sólido, firme e penetrante do que o nosso saber.

Em consequência, os anjos conhecem os “futuros necessários”, isto é, aquelas coisas que decorrem necessariamente das leis da nature­za, assim como o astrônomo pode prever fenômenos distantes (eclipses, por exemplo) aplicando simplesmente as leis da natureza. Todavia os anjos não podem conhecer os “futuros livres”, isto é, os acontecimentos que dependem da liberdade humana; também não podem conhecer os pensamentos e desejos íntimos dos homens (só Deus os conhece); per­cebem, porém, nossos pensamentos e sentimentos na medida em que os manifestamos de algum modo, mediante sinais e expressões adequa­das.

Dotados de inteligência, os anjos tem necessariamente vontade. Esta é tanto mais perfeita, firme e forte quanto mais perfeito é o conheci­mento que lhe antecede. Ninguém pode querer algo sem o conhecer e há de querê-lo ou repudiá-lo na medida do que conhece.

Estas ponderações são necessariamente sóbrias, visto que não se tem dados seguros para afirmar algo mais sobre o conhecimento do de­mônio. Donde se segue que não tem propósito afirmar que o Maligno aprendeu a língua portuguesa, mas não aprendeu outros idiomas. Isto equivaleria a equiparar o anjo mau a um inimigo humano, que tem limitações linguísticas.

2. O que o demônio pode…

Em sua linguagem sóbria ensina o Catecismo da Igreja Católica:

“394. A Escritura atesta a influência nefasta daquele que Jesus chama de “O homicida desde o princípio” (Jo 8,44) e que até chegou a tentar desviar Jesus da sua missão recebida do Pai. “Para isto é que o Filho de Deus se manifestou: para destruir as obras do Diabo” ( Jo 3,9).

A mais grave dessas obras, devido às suas consequências, foi a sedu­ção mentirosa que induziu o homem a desobedecer a Deus.

395. Contudo, o poder de Satanás não é infinito. Ele não passa de urna criatura, poderosa pelo fato de ser puro espírito, mas sempre criatu­ra; não é capaz de impedir a edificação do reino de Deus. Embora Sata­nás atue no mundo por ódio contra Deus e o seu Reino em Jesus Cristo, e embora a sua ação cause graves danos – de natureza espiritual e, indiretamente, até de natureza física – para cada homem e para a socie­dade, esta ação é permitida pela Divina- Providência, que com vigor e doçura dirige a história do homem e do mundo. A permissão divina da atividade diabólica é um grande mistério, mas “nós sabemos que Deus coopera em tudo para o bem daqueles que o amam” (Rm 8,28).

Verdade é que o Maligno pode querer prejudicar nossas boas in­tenções formuladas na oração. Todavia a Escritura e a Tradição sempre exortam os homens a oração, e à oração em vernáculo, sem jamais pro­por o uso de língua estranha, que é demônio desconheça; levem-se em conta os Salmos e as passagens do Novo Testamento: Lc 11, 9-13; Jo 14,13s; 16,24-27… A oração é a força do cristão, o recurso permanente que Deus lhe deu para resolver seus problemas. Não há Oração perdida ou ineficaz, pois, se o Senhor não concede o que lhe sugerimos, conce­de o que mais convém ao bem do orante: “Pedi e vos será dado; buscai e achareis; batei, e vos será aberto, pois todo aquele que pede recebe, aquele que busca encontra, e a quem bate se lhe abrir” (Mt 7,7).

Donde se depreende não ter propósito a exortação a que alguém ore em línguas para que o demônio não o compreenda e entrave a prece feita em vernáculo.

Examinemos agora de mais perto:

3.  O Dom das Línguas

0 dom das línguas (glossolália) é um carisma, ou seja, uma graça do Espírito Santo concedida para a edificação da comunidade. É o que São Paulo exprime longamente em 1Cor 14,2-15. Por isto quer o Apóstolo que o dom das línguas seja acompanhado do dom da interpretação para que toda a assembleia compreenda o que é dito e daí tire proveito:

“Quando estais reunidos, cada um de vós pode cantar um cântico, proferir um ensinamento ou uma revelação, falar em línguas ou interpretá-­las; mas que tudo se faça para a edificação! Se há quem fale em línguas, falem dois ou, no máximo, três, um após o outro. E que alguém as inter­prete. Se não há intérprete, cale-se o irmão na assembléia, fale a Si mesmo e a Deus” (1Cor 14, 26-28).

A glossolália resulta do entusiasmo do orante, que passa a falar linguagem ininteligfvel, porque a grandeza das obras de Deus não pode ser adequadamente expressa pelo linguajar comum. 0 entusiasmo, porém, pode redundar em desordem na assembléia; dá as medidas de cautela do Apóstolo. Se não há disciplina no exercício do carisma, pode o culto divino assemelhar-se a uma reunião de loucos:

“Se a Igreja se reunir e todos falarem em línguas, os simples ouvintes e os incrédulos que entrarem, não dirão que estais loucos?” (1Cor 14, 23).

Por causa do perigo da indisciplina, São Paulo parece preferir ao dom das línguas o da profecia, que é a proclamação das maravilhas de Deus em linguagem inteligível:

“Se, ao contrário, todos profetizarem, o incrédulo ou o simples ouvinte que entrar, há de sentir-se argüido por todos, julgado por todos; os segredos do seu coração serão desvendados; prostrar-se-á por terra, adorará a Deus e proclamará que Deus está realmente no meio de vós” (1Cor 14, 24).

A glossolália parece ter desaparecido nas comunidades cristãs desde o século IV. S. João Crisóstomo (+ 407) referia que na sua época havia embaraço para explicar o que seria o dom das línguas mencionado pelo Apóstolo; com efeito, ao comentário Cor 12,ls, dizia o Santo:

“Esta passagem é totalmente obscura; tal dificuldade provém do fato de que ignoramos o que ocorria outrora e não mais acontece em nossos dias” (In epist. 1 ad Car. Homilia 29,1).

Orígenes (+ 250) mesmo parece ter ignorado o que fosse a glossolália, pois interpreta a afirmação paulina “Falo em línguas mais do que todos vós” (1Cor 14,18) no sentido de que São Paulo tinha milagro­samente o conhecimento da língua de cada povo que ele evangelizava (In epist. ad Romanos 113). 5. Ireneu (+ 202) e Tertuliano (+ 220) ainda fazem referência ao carisma da glossolália. Há quem julgue que o abuso do pretenso dom de línguas por parte dos hereges montanistas no século III tenha provocado o desinteresse dos fiéis ortodoxos portal carisma nos tempos subseqüentes. Santo Agostinho (+430) escrevia: “Quem poderia pensar hoje que a imposição das mãos provoque o dom das línguas?” (De Baptismo III, 16,21).

Nos tempos posteriores, parece que alguns místicos tiveram o dom da ebrietas spiritualis, embriagues espiritual, estado de alma em que a consolação dada por Deus se apodera do fiel com tal veemência que ele se torna incapaz de exprimir sua experiência em linguagem convencio­nal e se expande com palavras estranhas e desarticuladas. Tal estado dito “de embriaguês” corresponderia ao que os Apóstolos experimenta­ram no dia de Pentecostes, merecendo, por isto, ser tidos como óbrios (cf. At 2,13-15).

Em sua autobiografia S. Teresa de Ávila (+ 1582) refere algo que poderia ser assemelhado ao estado de embriagues espiritual ou à glossolalia:

“Pronunciam-se então muitas palavras para o louvor de Deus, mas sem ordem, a menos que Deus queira a colocar ordem; a mente humana por Si não é capaz de fazê-lo. A alma desejaria proclamar bem alto a glória de Deus. Ela fica fora de Si mesma no mais suave delírio… Ela quisera sei; por inteiro, línguas para louvar a Senhor” (Vida, cap. 16, 3-4).

Visto que tal fenômeno é de ordem muito íntima, reservado à experiência pessoal dos místicos, não nos é possível avaliar a frequência com que tenha ocorrido no passado.

Nos últimos séculos registraram-se certas “explosões” de glossolalia em grupos numericamente restritos. Tais foram os grupos huguenotes (protestantes franceses) dos Pequenos Profetas das Cevenas ou Camisardos (1658-1710), os jansenistas de Paris (1731) e os discípulos de Edward Irving na Inglaterra (1830-1900). Tais casos podem ser tidos como efusões de ânimo entusiástico, sem que existisse algum dom es­pecial do Espírito Santo; houve na história da mística, muitos fenômenos semelhantes aos do êxtase e da linguagem desarticulada provocados por convicções naturais, sem particular intervenção de dons transcendentais.

O século XX, porém, registra o surto de movimentos pentecostais tanto entre os católicos como entre os protestantes. Entre estes últimos instaurou-se a crença de que todo adulto cristão, após a sua conversão e o seu Batismo, deve preparar-se para receber o Batismo no Espírito San­to ou uma nova efusão do Espírito, que o habilitará a dar testemunho em línguas estranhas, como faziam os Apóstolos no dia de Pentecostes (cf. At 2,4); tal dom, dizem, em muitos casos é permanente e vem a ser ex­presso tanto na oração particular como no culto público. O Movimento Pentecostal, iniciado no começo do século XX, tornou-se especialmente vivo e atuante a partir de 1956, aproximadamente entre os protestantes, e 1967 entre os católicos. Nem todos os grupos católicos de oração che­gam a dizer que o Batismo no Espírito Santo é sinal indispensável de conversão, mas todos estimam o dom das línguas; muitos pedem tal ca­risma como sinal normal de que o Espírito Santo entrou na vida do fiel com novo vigor.

Os numerosos casos contemporâneos de glossolalia estão sujei­tos à análise de teólogos e psicólogos. Pode-se indagar, com fundamen­to, se em todos esses casos se trata realmente de inspiração divina. Sem querer negar a intervenção do Espírito Santo em muitas de tais ocasiões, pode-se admitir que outras manifestações se devam ao entusiasmo pes­soal e à sugestão exercida pelo ambiente sobre o orante. São Paulo mesmo lembra aos Coríntios que alguém pode falar em línguas “como  um bronze que soa ou como um címbalo que tine” (cf. 1Cor 13,1).

Em nossos dias não costuma haver intérprete para o dom das lín­guas, de modo que a comunidade não se pode beneficiar dessa linguagem estranha. Há quem explique que mesmo em tais casos o dom tem sua razão de ser: é uma efusão entusiástica do ânimo do orante, que assim louva a Deus. Tal explicação pode ser aceita; São Paulo observava que, em tais circunstâncias, o orante deveria rezar a sós, em casa. Hoje em dia a glossolália toma nova modalidade: quando autêntica, é exercida em público, por efeito de poderosa intuição do orante, sem que a comunidade seja enriquecida pelo carisma.

Haja discernimento! O Apóstolo recomenda:

“Não extingais o Espírito… Discerni tudo e ficai com o que é bom” (1Ts 5, 195)1

A propósito merece especial consideração o artigo de Francis A Sullivan: LANGUES (Don des), en Dictionnaire de Splritualité, L IX, Paris 1976, cols. 223-227.

Confessar-se: como? Por que?


Confessar-se: como? Por que?
A confissão dos pecados graves e veniais

Confessar-se: como? Por que?
Por que devo me confessar? 

O coração do homem apresenta-se pesado e endurecido. É preciso que Deus dê a ele um coração novo. A conversão é, antes de tudo, uma obra da graça divina, que reconduz nosso coração a Ele: “Converte-nos, a ti, Senhor, e nos converteremos” (Lm 5,21). O Senhor nos dá a força de começar de novo. É descobrindo a grandeza do amor de Deus que nosso coração experimenta o horror e o peso do pecado e começa a ter medo de ofender o Altíssimo pelo mesmo pecado e de ser separado d'Ele. O coração humano converte-se olhando para aquele que foi transportado por nossos pecados (CIC 1432). 

O pecado é uma palavra, um ato ou um desejo contrário à lei eterna; “é uma falha contra a razão, a verdade, a consciência reta; é uma falta ao amor verdadeiro para com Deus e para com o próximo, por causa de um apego perverso a certos bens. Fere a natureza do homem e ofende a solidariedade humana.” (cf. CIC 1849). Por esse motivo, a conversão traz, ao mesmo tempo, o perdão de Deus e a reconciliação com a Igreja, e é isso que o Sacramento da Penitência e da Reconciliação exprime e realiza liturgicamente. 

A confissão dos pecados graves e veniais 

Cristo instituiu o sacramento da penitência para todos os membros pecadores de Sua Igreja, antes de tudo, para aqueles que, depois do batismo, cometeram pecado grave e, com isso, perderam a graça batismal e feriram a comunhão eclesial. É a eles que o sacramento da penitência oferece uma nova possibilidade de se converter e recobrar a graça da justificação (CIC, 1446).

Comete-se um pecado grave quando, mesmo conhecendo a lei de Deus, se pratica uma ação voluntariamente contra as normas prescritas nos dez mandamentos (cf. CIC 1857-1861). 

O pecado mortal destrói a caridade no coração do homem por uma infração grave da lei de Deus; desvia-O de Deus, que é seu fim último e sua bem-aventurança, preferindo um bem inferior. 

O pecado mortal, atacando em nós o princípio vital que é a caridade, exige uma nova iniciativa da misericórdia de Deus e uma conversão do coração, que se realiza normalmente no sacramento da reconciliação (CIC 1855, 1856). 

A declaração dos pecados ao sacerdote constituiu uma parte essencial do sacramento da penitência: “Os penitentes devem, na confissão, enumerar todos os pecados mortais de quem têm consciência depois de examinar-se seriamente, mesmo que esses pecados sejam muito secretos e tenham sido cometidos somente contra os dois últimos preceitos do decálogo, pois, às vezes, esses pecados ferem gravemente a alma e são mais prejudiciais do que os outros que foram cometidos à vista e conhecimento de todos” (CIC, 1456). 

Todo fiel, depois de ter chegado à idade da discrição, é obrigado a confessar fielmente seus pecados graves, pelo menos uma vez por ano. (cf. CDC, 989; cf. CIC, 1457) 

Aquele que tem consciência de ter cometido um pecado mortal não deve receber a sagrada comunhão, mesmo que esteja profundamente contrito, sem receber previamente a absolvição sacramental, a menos que tenha um motivo grave para comungar e lhe seja impossível chegar a um confessor (cf. CDC, 916; cf. CIC, 1457). 

Procurai o Senhor enquanto é possível encontrá-Lo, chamai por Ele, agora que está perto. Que o malvado abandone o mau caminho, que o perverso mude seus planos, cada um se volte para o Senhor, que vai ter compaixão; pois os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, e vossos caminhos não são os meus – oráculo do Senhor. (Is 55,6-8). 

“Lâmpada para meus passos é tua palavra e luz no meu caminho” (Sl 118,105). 

O pecado venial (pecado ou falta leve), mesmo não rompendo a comunhão com Deus, “enfraquece a caridade, traduz uma afeição desordenada pelos bens criados, impede o progresso da alma no exercício das virtudes e a prática do bem moral; merece penas temporais. O pecado venial deliberado e que fica sem arrependimento nos dispõe, pouco a pouco, a cometer o pecado mortal” (CIC, 1863). 

Por isso, a Igreja vivamente recomenda a confissão frequente desses pecados cotidianos (CDC 988). A confissão regular dos pecados veniais ajuda-nos a formar nossa consciência, a lutar contra nossas más inclinações, a deixar-nos curar por Cristo, a progredir na vida do Espírito. Recebendo mais frequentemente, por meio deste sacramento, o dom da misericórdia do Pai, somos levados a ser misericordiosos como Ele (cf. LG 40,42; CIC, 1458). 

“Mesmo se a Igreja não nos obriga à confissão frequente, a negligência em recorrer a ela é, pelo menos, uma imperfeição e pode tornar-se até um pecado, pois a confissão frequente é o único meio para o cristão evitar o pecado grave” (Sto. Afonso de Liguori, Teol. Mor., VI, 437).

Retirado do livro: Confessar-se: como? por quê?

Fonte: Canção Nova

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Recordações da Romaria

recordações da romaria da juventude de 2013

na medida que o tempo passa nos jovens, acada dia vamos nos esquecendo as coisas boas que aconteceram na nossa vida, mas uma dessas coisa que nos jovens não nos esquecemos é da romaria da juventude.
acada ano tudo se inovam mas a vontade de seguir a cristo é tão grande que .nos fazem andamos da igreja matriz de patu para o santuário de nossa senhora dos impossível a pé.mas todos os jovens vão na maior alegria e para mata essa soldade postaremos algumas fotos da romaria da juventude do ano de 2013.





















Curiosos iguais a Zaqueu

Curiosos iguais a Zaqueu
A vontade do homem de se encontrar com Deus
Curiosos iguais a Zaqueu

Morava em Jericó um homem importante para aquela sociedade, seu nome era Zaqueu. Ele procurava saber como Jesus era, quais suas fisionomias, sua aparência, seu jeito de ser, assim somos também nós, essa vontade de Vê-Lo por menor que seja, existe!

A palavra mostra que o chefe dos cobradores de impostos não conseguia se desviar da multidão que cercava Jesus, e nos tempos de hoje mais uma vez percebemos a semelhança. Na internet, a procura por novidades é incessante, abrimos inúmeras páginas diferentes e uma enxurrada de informações nos vem, movidos pela curiosidade, esse turbilhão de informações nos impedem de enxergar Jesus.

Temos que ser corajosos como Zaqueu, e não deixar que a nossa “estatura espiritual” impeça de encontrarmos com Ele, essa estatura é aumentada através da fé, ela funciona como nossos músculos, que a cada esforço feito, cresce e se torna mais forte.

É certeza um belo encontro pessoal e íntimo, Jesus não deixa de perceber a vontade que aquele homem teve de fazer uma experiência concreta, pelo contrário, ele percebe e acolhe com carinho o pecador.

Zaqueu despoja com prontidão da materialidade e permite que seu interior também seja transformado pela graça para começar um projeto de Justiça.

Que esse encontro e essa conversão diária acompanhe a cada um de nós ! 

Não se esqueça; “O Filho do Homem veio procurar e salvar o que estava perdido”. (Lc 19 -10)

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Carnaval: alegria ou fuga?

Carnaval: alegria ou fuga?

Carnaval: alegria ou fuga?Reflita sobre suas atitudes durante o carnaval


Estamos próximos de mais um carnaval (o “carne vale”), ou o “currus navalis”, que os gregos e romanos antigos faziam, usando um enorme carro em forma de navio, para homenagear o deus Dionísio ou Baco, o deus do vinho.  

A Igreja procurou dar uma nova mentalidade a essas festas pagãs, eliminando toda mitologia e superstição, bem como a orgia que, muitas vezes, predominava nelas. Portanto, não foi a Igreja quem instituiu o carnaval, mas foi ela quem procurou dar novos rumos ao que já acontecia. Conseguiu fazer com que, com muita luta, essa festa popular ficasse restrita a apenas três dias antes da Quaresma.

Com o passar do tempo, sobretudo no Brasil, o carnaval descambou para a dissolução dos costumes, especialmente nos bailes e nas escolas de samba, em cujos desfiles predominam o luxo, a esnobação de artistas, o exibicionismo em forma de nudismo e toda espécie de erotismo. Pode-se chamar a isso de “alegria”? Não! Alegria é a satisfação do espírito liberto das paixões, não a satisfação da carne. Quem se entrega ao pecado é escravo dele, disse São Paulo. Esquece-se de que os Mandamentos de Deus são o caminho da libertação. Entre eles estão o Sexto e o Nono Mandamentos: "Não pecar contra a castidade" e "Não desejar a mulher do próximo" (cf. Êxodo 20, 1-17; Deuteronômio 5, 1-21).

Jesus, em inúmeras passagens de Suas pregações, mandou cumprir esses preceitos. Diz São Paulo: "Nem os impudicos, nem idólatras, nem adúlteros, nem depravados, nem de costumes infames, nem ladrões, nem cobiçosos, como também beberrões, difamadores ou gananciosos terão por herança o Reino de Deus" (1 Cor 6,9; Rom 1, 24-27). O apóstolo condena a prostituição (cf 1 Cor 6,13 ss, 10,8; 2 Cor 12,21; Col 3,5).

No Sermão da Montanha, o Senhor Jesus interpreta de maneira rigorosa o plano de Deus: "Ouvistes o que foi dito: 'Não cometerás adultério'. Eu, porém, vos digo: todo aquele que olha para uma mulher com desejo libidinoso já cometeu adultério com ela em seu coração" (Mt 5,27-28). Cristo proclamou: "Bem-aventurados os puros, porque eles verão a Deus".

É triste observar que até o Governo estimula esse desregramento com uma ampla distribuição de “camisinhas”, para que os foliões “pequem à vontade” sem perigo de contaminação. O Papa João Paulo II assim se expressou sobre o uso desse preservativo: “Além de que o uso de preservativos não é 100% seguro, liberar o seu uso convida a um comportamento sexual incompatível com a dignidade humana [...]. O uso da chamada camisinha acaba estimulando, queiramos ou não, uma prática desenfreada do sexo [...]. O preservativo oferece uma falsa ideia de segurança e não preserva o fundamental” (PR, nº 429/1998, pag. 80).

As consequências da imoralidade liberada no carnaval, para muitos, são terríveis: uso de drogas, “sexo livre”, sem responsabilidade, famílias destruídas, mães e pais jovens solteiros; filhos, muitas vezes, abandonados ou em orfanatos, e muitas crianças “órfãs de pais vivos”, como disse João Paulo II aqui no Brasil. No ano passado um carro alegórico de escola de samba pegou fogo em Santos; ao menos quatro pessoas morreram.

O homem quer a felicidade, foi feito para a felicidade, mas muitos se esquecem de que “Deus é a felicidade”, e é inútil procurar onde ela não existe. Longe de odiar esses “irmãos enganados”, vamos trazê-los para perto de Deus nesses “dias maus”! Sabemos que essa festa, para muitos, é fuga de seus problemas, de uma vida sem sentido, de um vazio insuportável na alma, que precisa ser esquecido... Rezemos por todos eles!

Por tudo isso o cristão deve aproveitar esses dias de folga para descansar, rezar, estar com a família e se preparar para o começo da Quaresma, na Quarta-feira de Cinzas. O cristão não precisa dessa “alegria falsa”, que, quando passa, deixa sabor de morte; pois o prazer é satisfação do corpo, mas a verdadeira alegria é a satisfação da alma, e esta é espiritual.

Fonte: canção nova

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Ciência e fé, ambas racionalizáveis

Ciência e fé, ambas racionalizáveis
O limite da ciência é a dignidade humana
Frutos de Maria
O diálogo entre ciência e fé é possível? Elas se complementam? Existem pontos de encontro e desencontro? O sacerdote Luis Gahona Fraga fala sobre este tema no programa "Últimas Perguntas", de RTVE: "É difícil colocar a física e a fé em relação, porque elas tratam de objetos diferentes – explica. Ambas buscam a verdade, mas por caminhos diversos". 

Durante a entrevista, Fraga explicou como as ciências experimentais (nascidas nos séculos XVI e XVII) "têm uma maneira de estudar o mundo de forma especial, que consiste em combinar a experimentação com teorias racionais e matemáticas"; esta combinação, afirma, "funciona muito bem, mas não se pode conhecer Deus assim".

"Conhecemos Deus por meio da filosofia e da fé, da Revelação", explica o sacerdote, que defende que o aspecto racionalizável desta crença, o que propicia "o ponto de união entre fé e ciência". 

Dentro desta racionabilidade, Fraga explica os pressupostos da inteligibilidade da natureza, questões que o cientista busca entender: de onde vem esta inteligibilidade? Por que podemos encontrar leis no mundo físico? 

Para Fraga, "é aí que o cientista se faz a pergunta sobre Deus, e Deus não pode ser demonstrado com as ciências experimentais, mas sim com outra fonte de conhecimento, que é a filosofia". 

Segundo esta união de perguntas, a ciência descobriria características deste mundo que remetem a Deus, e mostra que cada ser tem um índice metafísico que é como uma digital que nos fala de Deus. 

"Esta digital é descoberta pela ciência; que ela venha de Deus já é fruto de um raciocínio que vai além do método científico", comenta o sacerdote, que é professor do Instituto Teológico San Ildefonso de Toledo (Espanha) e físico pela Universidade de Harvard. 

Entraríamos então no que Fraga chama de "inteligência inconsciente". "Chama a atenção que o universo esteja tão bem feito com elementos tão simples, que leva os cientistas a se perguntarem se não haveria uma inteligência inconsciente que explique o que a ciência descobre neste mundo material", afirma. 

Fraga destaca que o universo não é só matéria. Superando os preconceitos de uma mentalidade herdada do materialismo do século XIX, o professor de teologia mostra que "a cosmovisão do mundo atual favorece objetivamente o diálogo com a fé"; e afirma que há temas que vão além da ciência: "o tema da criação, a essência das coisas, a dignidade do ser humano, a alma espiritual, a liberdade". 

"A Igreja está aberta ao diálogo com o mundo das ciências – explica – porque é próprio da fé cristã buscar uma racionalidade na fé"; e defende o ponto de união entre fé e ciência dentro da filosofia, que "chega a uma visão de mundo baseada em dados da ciência, mas que ao mesmo tempo é compatível com a existência do Criador". 

Na união entre fé e ciência, há tanto pressupostos intelectuais como éticos, e Fraga defende sua existência. 

"O cientista tem um impressionante anseio por saber, mas há certos limites, que ele não deve ultrapassar. Seu limite é a dignidade humana", alerta. 

"O segredo está em distinguir que o ser humano tem uma dignidade e que esta dignidade é um limite absoluto. Do contrário, caímos em erros do passado, e a ciência pode levar aos maiores pesadelos da humanidade", concluiu.

Fonte: Aleteia

Viva o “Nunc”!

Viva o “Nunc”!
Será que o tempo presente está sendo um presente?
Frutos de Maria
Fugit irreparabile tempus! 

Calma, calma não estou começando o texto com uma oração de exorcismo em latim.Embora creio que lendo até o fim este texto conseguiremos nos libertar de alguns “dramas” que trazemos. Na verdade quero começar a pensar com você o tempo de agora! Sim este tempo que você está gastando ao juntar em sua massa encefálica as letras que formam estas palavras que lê, que formam frases e geram significados. Você está gastando tempo! 

Fugit irreparabile tempus ( Foge o tempo irreparável). 

O tempo simplesmente vai passando e se pararmos para pensar ele literalmente está acelerado não é verdade? Mas como estamos vivendo o tempo presente? Como fazer para estar aqui agora lendo este texto e não estarmos com as amarras do passado e nem com as cadeias do futuro? 

Será que o tempo presente está sendo um presente? Ou ele se tornou um passado fantasmagórico ou um futuro ilusionista? 

Será que estamos deixando a vida passar em speed ou a encaramos em slow motion?

Com um grande medo de perder tempo vamos perdendo tempo! Chiara Luce dizia: “As vezes o homem não vive a sua vida, porque está mergulhado em tempos que não existem; ou na lembrança, ou na saudade do passado, ou projetado no futuro. Na realidade, o único tempo que o homem possui é o momento presente, que deve ser todo vivido usufruindo dele plenamente.” 

Viver intensamente o agora é possível pois podemos escolher estar inteiro nele, não se fragmentar no passado que se foi e nem no futuro que não chegou. Fazer do agora a grande oportunidade de inteireza e marcar o espaço que temos com aquilo que somos! 

Não perca tempo, viva o agora! Pois só ele é real. 

Olhar para o passado com olhos do presente nos faz vislumbrar o futuro eterno! 

Se arrisque no tempo! 

Nunc!* 

Tamu junto! 

Adriano Gonçalves

*obs.: se gastou tempo para descobrir o que significa Nunc, saiba Nunc é “agora” em latim Então “viva o agora”!

Fonte: Revolução Jesus

Felicidade versus Facilidade

Felicidade versus Facilidade 
"Se mil vezes eu tivesse que ser cristão, mil vezes eu escol
Frutos de Maria
“Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus;
Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados;
Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra;
Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos;
Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia;
Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus;
Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus;
Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus;
Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa.
Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós.” Mateus 5:3-12
A vida nos ensina que não tem receita mágica para a felicidade. No mundo e no contexto que vivemos primeiro precisamos ser curados do conceito de ser feliz. Conversão é mudança de pensamento. 

Felicidade para muitas pessoas, é ser rica, ter um iate, ir a festas importantes, tem gente que fala se eu tivesse cabelo mais liso seria mais feliz. As vezes pedimos a Deus o dom de ser feliz em realidades pagãs, e por isso muitas vezes não nos sentimos felizes. 

Quando você ouvi Jesus dizer : “Feliz são os humildes , porque eles herdarão a terra”, que ser feliz desça do salto da arrogância. Se você alimenta arrogância, você não pode experimentar a felicidade cristã. Precisamos aprender urgente a não ser arrogante, porque arrogância é um dedo do diabo na nossa vida. 

O cristianismo é proposta de superar seus limites, mas antes é preciso reconhecer nossas fraquezas. É um caminho constante, que não nos permite dizer que estamos prontos, ou que somos melhores, humildade é primeiro passo para sermos felizes. 

A felicidade que esse olhar arrogante pode nos dá é temporária, é como os grande impérios que cresce, cresce e depois decai porque não tem mais para onde crescer. A Palavra de Deus nos ensina que o que te alimenta é muito mais que uma maquiagem no rosto, uma reunião de amigos. 

"Se mil vezes eu tivesse que ser cristão, mil vezes eu escolheria" 

O maior tribunal que podemos ter, é olhar no espelho e perguntar valeu a pena ou construir felicidades pagãs e passageiras? 

Não existe nada melhor que olhar as pessoas que passaram na sua história e perceber que as pessoas se tornaram melhores. A nossa humildade vai atrair as pessoas para Deus. Queremos a felicidade mas não queremos esforçamo-nos. 

“Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados” Parece loucura. Mas é um fruto demoníaco, achar que não podemos ser fraco, que não podemos ter fragilidades, e que precisamos ser fortes, ricos. De nada vale uma casa bonita se não está habitada por pessoas que se ama. O amor não é construído só nos sorrisos, mas também na hora da dor. 

Me preocupo com esta geração que está sendo educado a parti das pilulas, que não pode ter encomodos. Uma geração que não pode ficar triste que já toma remédio. Não tenham medo das tristezas que faz parte do processo humano, antes de procurar as pílulas olhe para você. Chore, e interprete as lagrimas que estão caindo, porque elas que vão dá o caminho para o seu crescimento. 

Se mil vezes eu tivesse que ser cristão, mil vezes eu escolheria. Deus nos ama, e Ele não realiza os nossos pedidos, porque nos mas, mas Ele agir nas nossas necessidade. 

Em Pentecostes do ano passado, vivi um grande encontro com Deus eu escutei do próprio Deus, dizer: “Fábio de Melo vou te dizer não, porque quando eu digo não, estou dizendo sim, lhe protegendo” E assim vivo neste caminho de fé, acreditando que quando ouço não é um sim. 

O evangelho é simples, é não matar, é não fofocar, é cuidar de si. Se você quer ser feliz prepare-se para as durezas das bem aventurança. Converta! 

Você não é obrigado a ser cristão, você não é obrigado a ser justo, humilde, manso. Mas se você quiser permanecer ser cristão as bem aventuranças é código da felicidade. “Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia.” Felizes os que são misericordiosos, os corações que tem espaços para acolher outros corações Bem-aventurados os puros de coração, porque eles verão a Deus;

Deus nos ama, e a vida cristã é uma resposta ao amor de Deus. Investigue bem o seu coração e qual é o conceito que você tem de felicidade. O que realmente te faz feliz? 

O cristianismo bem vivido quando nos ensina doar a vida a quem amamos, é a melhor religião, digo porque experimentei. Se mil vezes eu tivesse que ser cristão, mil vezes eu escolheria. Bem aventurado são aqueles que tem alguém para lhe pegar na mão e dizer que: Deus te ama, e que Ele pode reconstruir a sua vida. 

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Padre Fábio de Melo 
Padre que evangeliza como cantor, compositor, escritor e apresentador do programa "Direção espiritual" na TV Canção Nova.