Oração de Santa Dorotéia
Santa Dorotéia, enviai-nos, não maçãs e nem rosas, mas a imensa graça de sermos cristãos como o fostes, mesmo em meio a tantas provações e perversidade. Que nos momentos de solidão ou infortúnio, possamos perseverar, como vós, na oração e nos cuidados com nossa alma. Por Cristo nosso Senhor. Amém.
domingo, 2 de setembro de 2012
Liturgia Diária
Primeira leitura (Deuteronômio 4,1-2.6-8)
Leitura do Livro do Deuteronômio:
1Moisés falou ao povo, dizendo: “Agora, Israel, ouve as leis e os decretos que eu vos ensino a cumprir, para que, fazendo-o, vivais e entreis na posse da terra prometida pelo Senhor Deus de vossos pais.
2Nada acrescenteis, nada tireis à palavra que vos digo, mas guardai os mandamentos do Senhor, vosso Deus, que vos prescrevo.
6Vós os guardareis, pois, e os poreis em prática, porque neles está vossa sabedoria e inteligência perante os povos, para que, ouvindo todas estas leis, digam: ‘Na verdade, é sábia e inteligente esta grande nação!’ 7Pois, qual é a grande nação cujos deuses lhe são tão próximos, como o Senhor nosso Deus, sempre que o invocamos? 8E que nação haverá tão grande que tenha leis e decretos tão justos, como esta lei que hoje vos ponho diante dos olhos?”
- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.
1Moisés falou ao povo, dizendo: “Agora, Israel, ouve as leis e os decretos que eu vos ensino a cumprir, para que, fazendo-o, vivais e entreis na posse da terra prometida pelo Senhor Deus de vossos pais.
2Nada acrescenteis, nada tireis à palavra que vos digo, mas guardai os mandamentos do Senhor, vosso Deus, que vos prescrevo.
6Vós os guardareis, pois, e os poreis em prática, porque neles está vossa sabedoria e inteligência perante os povos, para que, ouvindo todas estas leis, digam: ‘Na verdade, é sábia e inteligente esta grande nação!’ 7Pois, qual é a grande nação cujos deuses lhe são tão próximos, como o Senhor nosso Deus, sempre que o invocamos? 8E que nação haverá tão grande que tenha leis e decretos tão justos, como esta lei que hoje vos ponho diante dos olhos?”
- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.
Segunda leitura (Tiago 1,17-18.21b-22.27)
Leitura da Carta de São Tiago:
Irmãos bem-amados: 17Todo dom precioso e toda dádiva perfeita vêm do alto; descem do Pai das luzes, no qual não há mudança nem sombra de variação.
18De livre vontade ele nos gerou, pela Palavra da verdade, a fim de sermos como que as primícias de suas criaturas.
21bRecebei com humildade a Palavra que em vós foi implantada , e que é capaz de salvar as vossas almas. 22Todavia, sede praticantes da Palavra e não meros ouvintes, enganando-vos a vós mesmos.
27Com efeito, a religião pura e sem mancha diante de Deus Pai é esta: assistir os órfãos e as viúvas em suas tribulações e não se deixar contaminar pelo mundo.
- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.
Irmãos bem-amados: 17Todo dom precioso e toda dádiva perfeita vêm do alto; descem do Pai das luzes, no qual não há mudança nem sombra de variação.
18De livre vontade ele nos gerou, pela Palavra da verdade, a fim de sermos como que as primícias de suas criaturas.
21bRecebei com humildade a Palavra que em vós foi implantada , e que é capaz de salvar as vossas almas. 22Todavia, sede praticantes da Palavra e não meros ouvintes, enganando-vos a vós mesmos.
27Com efeito, a religião pura e sem mancha diante de Deus Pai é esta: assistir os órfãos e as viúvas em suas tribulações e não se deixar contaminar pelo mundo.
- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.
Salmo (Salmos 14)
— Senhor, quem morará em vossa casa/ e no vosso monte santo habitará?
— Senhor, quem morará em vossa casa/ e no vosso monte santo habitará?
— É aquele que caminha sem pecado/ e pratica a justiça fielmente;/ que pensa a verdade no seu íntimo/ e não solta em calúnias sua língua.
— Que em nada prejudica o seu irmão,/ nem cobre de insultos seu vizinho;/ que não dá valor algum ao homem ímpio,/ mas honra os que respeitam o Senhor.
— Não empresta o seu dinheiro com usura,/ nem se deixa subornar contra o inocente./ Jamais vacilará quem vive assim!
— Senhor, quem morará em vossa casa/ e no vosso monte santo habitará?
— É aquele que caminha sem pecado/ e pratica a justiça fielmente;/ que pensa a verdade no seu íntimo/ e não solta em calúnias sua língua.
— Que em nada prejudica o seu irmão,/ nem cobre de insultos seu vizinho;/ que não dá valor algum ao homem ímpio,/ mas honra os que respeitam o Senhor.
— Não empresta o seu dinheiro com usura,/ nem se deixa subornar contra o inocente./ Jamais vacilará quem vive assim!
Evangelho (Marcos 7,1-8.14-15.21-23)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 1Os fariseus e alguns dos escribas vindos de Jerusalém tinham se reunido em torno dele. 2E perceberam que alguns dos seus discípulos comiam o pão com as mãos impuras, isto é, sem as lavar. 3(Com efeito, os fariseus e todos os judeus, apegando-se à tradição dos antigos, não comem sem lavar cuidadosamente as mãos; 4e, quando voltam do mercado, não comem sem ter feito abluções. E há muitos outros costumes que observam por tradição, como lavar os copos, os jarros e os pratos de metal.) 5Os fariseus e os escribas perguntaram-lhe: Por que não andam os teus discípulos conforme a tradição dos antigos, mas comem o pão com as mãos impuras? 6Jesus disse-lhes: Isaías com muita razão profetizou de vós, hipócritas, quando escreveu: Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. 7Em vão, pois, me cultuam, porque ensinam doutrinas e preceitos humanos (29,13). 8Deixando o mandamento de Deus, vos apegais à tradição dos homens. 14Tendo chamado de novo a turba, dizia-lhes: Ouvi-me todos, e entendei. 15Nada há fora do homem que, entrando nele, o possa manchar; mas o que sai do homem, isso é que mancha o homem. 21Porque é do interior do coração dos homens que procedem as más intenções, imoralidades, roubos, assassínios, 22adultérios, cobiças, perversidades, fraudes, desonestidade, inveja, difamação, orgulho e insensatez. 23Todos estes vícios procedem de dentro e tornam impuro o homem.
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
- Glória a vós, Senhor.
Fonte: Canção Nova
Santa Dorotéia
Santa Dorotéia
Identidade Masculina
Identidade Masculina
O pai deseja que o filho seja levado à plena maturidade
O pai deseja que o filho seja levado à plena maturidade
Então, podemos nos perguntar: "O que está acontecendo com o homem – ser masculino? Porque tantos episódios de uso da força e autoridade para estupros e pedofilia? E ainda, porque vemos tantas esposas frustradas com o marido, e filhos com o pai?"
Para responder a tudo isso é preciso recorrer à essência do homem. O Beato João Paulo II disse, num de seus discursos, que “o mistério da masculinidade se revela em toda a profundidade no significado gerador e paterno”. Ou seja, a primeira e mais profunda vocação do homem é ser Pai. Seguindo nesta descoberta, encontraremos o sentido completo e a forma ideal de desenvolver a paternidade. Frei Raniero Cantalamessa, pregador oficial do Vaticano, comparou o amor de Deus ao amor humano de pai e mãe, distintamente. Dizia ele: “O amor paterno é feito de estímulo e solicitude; o pai quer o filho crescido e levado à plena maturidade”.
A paternidade é feita pela solicitude e pelo estímulo. O homem é aquele que ensina a realizar, trabalhar e, enquanto não vê seu aprendiz chegar à maturidade, ele se faz seu provedor. A realização pessoal masculina está em transformar os elementos do cosmos para si, para a família e para a sociedade. No início, Deus manda que o homem extraia sustento da natureza (Gn 3, 17).
Desde a época das cavernas, foi assim; então, o cérebro dos homens tem sido condicionado a desenvolver diferentes percepções à da mulher. O homem saía para caçar, o que lhe trouxe maiores aptidões em áreas específicas para cumprir esse seu ofício, como um maior senso de direção (localização, orientação, posicionamento), também de foco em um alvo (a presa), o que o tornou mais sensitivo aos apelos visuais, ainda, agilidade e força física.
Assista também: "Você conhece a Teologia do Corpo?", com padre Paulo Ricardo
Também o homem é mais inclinado ao ato sexual por uma razão biologicamente fácil de entender. Ele possui a semente (sêmen), então, a excitação nele diz respeito ao tempo para distribuir as sementes, diferente do organismo feminino que gera e amamenta. Então, buscando desde a troca de olhares, indícios de segurança e companheirismo para o tempo suficiente de criar os filhos, isso fez a mulher levar mais tempo para se convencer do sexo.
Essa erotização e insistente incidência de estímulos sexuais, quase em todos os ambientes em que estamos, podem acabar tirando todo ser humano do domínio de si, de suas forças vitais e, consequentemente, alterando o comportamento social, pois o dom da sexualidade não diz somente respeito aos órgãos genitais, mas de todos os aspectos da pessoa humana, inclusive em sua capacidade de criar vínculos afetivos, até mesmo em amizades (Catecismo da Igreja Católica, 2332).
Por isso, com a revolução sexual e massificação do sexo, o alvo mais suscetível foi o ser mais visual e propenso ao ato em si: o homem. “Quando um homem olha, repetidamente, para uma pornografia, ele encontra dificuldade em se relacionar com mulheres na vida real, pois se acostuma a ver as mulheres como 'objetos a serem usados'. O prazer acintoso toma o lugar do amor e a fantasia substitui a realidade” (O brilho da castidade, Prof. Felipe Aquino, Ed. Cleofas, pág 77).
Sendo tão subjugado por suas paixões, o ser masculino tende a esvaziar de suas capacidades o sentido e a forma plena de canalizar sua essência. Sua força agora será usada para satisfazê-lo, sua autoridade para impor. O vigor próprio do homem, sem estar direcionado para sua finalidade paterna, esvai-se, tornando o homem um indivíduo de mentalidade fraca, sem firmeza e decisão, com medo da vida e suas exigências.
Aprender e assumir ser "chefe de família" corresponde, antes de tudo, a uma responsabilidade e um serviço perante a mulher e os menores na sociedade. Mas, não raro, percebemos muitas famílias que carecem de presença e bom exemplo por parte do pai, tornando esposas acuadas e filhos revoltados. Ou, então, em casos cada vez mais crescentes, estupros e abusos de menores. Quem deveria proteger está sendo treinado a agredir pela indiferença verbal ou fisica. É a animalização do ser masculino. O feminismo também ajuda este processo, quando, declaradamente, toma o lugar do homem na sociedade ou, quando velado, inverte, sorrateiramente, os papéis de homens e mulheres, até fabricando o homem de hoje como um sujeito vaidoso em excesso.
É certo também que as mulheres, quando apelam para a sensualidade, ajudam que todo o nosso sentido visual desperte instintos primitivos. Mas não precisamos permanecer olhando. Homem, fuja do que lhe é tentador. Não estou buscando culpados, apenas alertando-os dos perigos. Algumas mulheres podem estar contribuindo, mas não são as culpadas. Enquanto não mudarmos o nosso foco e nos inspirarmos na castidade e na pureza da Sagrada Família, nada disto irá mudar. Para todos nós, seres humanos, - falando principalmente aos homens -, começando por aquilo que é visual e com o conteúdo que estamos absorvendo, devemos nos preencher de sentido existencial por meio dos exemplos dos santos e de Cristo Jesus.
Partindo da consciência do que precisamos ser: pais, estimuladores, provedores, presenças, companheiros, castos é que conseguiremos introduzir algo bom no lugar daquilo que é ruim, trocar a violência pelo amor mudando toda uma mentalidade e a sociedade para melhor. Acredito que o olhar puro de um homem é objeto de cura e restauração a muitas mulheres que nunca tiveram isso e é o que nossas crianças esperam de nós.
São José, valei-nos e rogai por nós!
Sandro Ap. Arquejada
blog.cancaonova.com/sandro
Fonte: Canção Nova
sábado, 1 de setembro de 2012
Mensagem
Oração de Nossa Senhora da Penha
Oração de Nossa Senhora da Penha
Liturgia Diária
Primeira leitura (1º Coríntios 1,26-31)
Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios.
26Irmãos, considerai vós mesmos como fostes chamados por Deus. Pois entre vós não há muitos sábios de sabedoria humana nem muitos poderosos nem muitos nobres. 27Na verdade, Deus escolheu o que o mundo considera como estúpido, para assim confundir os sábios; Deus escolheu o que o mundo considera como fraco, para assim confundir o que é forte.
28Deus escolheu o que para o mundo é sem importância e desprezado, o que não tem nenhuma serventia, para assim mostrar a inutilidade do que é considerado importante, 29para que ninguém possa gloriar-se diante dele. 30É graças a ele que vós estais em Cristo Jesus, o qual se tornou para nós, da parte de Deus: sabedoria, justiça, santificação e libertação, 31para que, como está escrito, “quem se gloria, glorie-se no Senhor”.
- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.
26Irmãos, considerai vós mesmos como fostes chamados por Deus. Pois entre vós não há muitos sábios de sabedoria humana nem muitos poderosos nem muitos nobres. 27Na verdade, Deus escolheu o que o mundo considera como estúpido, para assim confundir os sábios; Deus escolheu o que o mundo considera como fraco, para assim confundir o que é forte.
28Deus escolheu o que para o mundo é sem importância e desprezado, o que não tem nenhuma serventia, para assim mostrar a inutilidade do que é considerado importante, 29para que ninguém possa gloriar-se diante dele. 30É graças a ele que vós estais em Cristo Jesus, o qual se tornou para nós, da parte de Deus: sabedoria, justiça, santificação e libertação, 31para que, como está escrito, “quem se gloria, glorie-se no Senhor”.
- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.
Salmo (Salmos 32)
— Feliz o povo que o Senhor escolheu por sua herança!
— Feliz o povo que o Senhor escolheu por sua herança!
— Feliz o povo cujo Deus é o Senhor, e a nação que escolheu por sua herança! Dos altos céus o Senhor olha e observa; ele se inclina para olhar todos os homens.
— Mas o Senhor pousa o olhar sobre os que o temem, e que confiam esperando em seu amor, para da morte libertar as suas vidas e alimentá-los quando é tempo de penúria.
— No Senhor nós esperamos confiantes, porque ele é nosso auxílio e proteção! Por isso o nosso coração se alegra nele, seu santo nome é nossa única esperança.
— Feliz o povo que o Senhor escolheu por sua herança!
— Feliz o povo cujo Deus é o Senhor, e a nação que escolheu por sua herança! Dos altos céus o Senhor olha e observa; ele se inclina para olhar todos os homens.
— Mas o Senhor pousa o olhar sobre os que o temem, e que confiam esperando em seu amor, para da morte libertar as suas vidas e alimentá-los quando é tempo de penúria.
— No Senhor nós esperamos confiantes, porque ele é nosso auxílio e proteção! Por isso o nosso coração se alegra nele, seu santo nome é nossa única esperança.
Evangelho (Mateus 25,14-30)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos esta parábola: 14“Um homem ia viajar para o estrangeiro. Chamou seus empregados e lhes entregou seus bens. 15A um deu cinco talentos, a outro deu dois e ao terceiro, um; a cada qual de acordo com a sua capacidade. Em seguida viajou. 16O empregado que havia recebido cinco talentos saiu logo, trabalhou com eles, e lucrou outros cinco.
17Do mesmo modo, o que havia recebido dois lucrou outros dois. 18Mas aquele que havia recebido um só saiu, cavou um buraco na terra, e escondeu o dinheiro do seu patrão.19Depois de muito tempo, o patrão voltou e foi acertar contas com os empregados. 20O empregado que havia recebido cinco talentos entregou-lhes mais cinco, dizendo: ‘Senhor, tu me entregaste cinco talentos. Aqui estão mais cinco que lucrei’.
21O patrão lhe disse: ‘Muito bem, servo bom e fiel! Como foste fiel na administração de tão pouco, eu te confiarei muito mais. Vem participar da minha alegria!’ 22Chegou também o que havia recebido dois talentos, e disse: ‘Senhor, tu me entregaste dois talentos. Aqui estão mais dois que lucrei’. 23O patrão lhe disse: ‘Muito bem, servo bom e fiel! Como foste fiel na administração de tão pouco, eu te confiarei muito mais. Vem participar da minha alegria!’
24Por fim, chegou aquele que havia recebido um talento, e disse: ‘Senhor, sei que és um homem severo, pois colhes onde não plantaste e ceifas onde não semeaste. 25Por isso fiquei com medo e escondi o teu talento no chão. Aqui tens o que te pertence’. 26O patrão lhe respondeu: ‘Servo mau e preguiçoso! Tu sabias que eu colho onde não plantei e que ceifo onde não semeei? 27Então devias ter depositado meu dinheiro no banco, para que, ao voltar, eu recebesse com juros o que me pertence’.
28Em seguida, o patrão ordenou: ‘Tirai dele o talento e dai-o àquele que tem dez! 29Porque a todo aquele que tem será dado mais, e terá em abundância, mas daquele que não tem, até o que tem lhe será tirado. 30Quanto a este servo inútil, jogai-o lá fora, na escuridão. Ali haverá choro e ranger de dentes!’”
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos esta parábola: 14“Um homem ia viajar para o estrangeiro. Chamou seus empregados e lhes entregou seus bens. 15A um deu cinco talentos, a outro deu dois e ao terceiro, um; a cada qual de acordo com a sua capacidade. Em seguida viajou. 16O empregado que havia recebido cinco talentos saiu logo, trabalhou com eles, e lucrou outros cinco.
17Do mesmo modo, o que havia recebido dois lucrou outros dois. 18Mas aquele que havia recebido um só saiu, cavou um buraco na terra, e escondeu o dinheiro do seu patrão.19Depois de muito tempo, o patrão voltou e foi acertar contas com os empregados. 20O empregado que havia recebido cinco talentos entregou-lhes mais cinco, dizendo: ‘Senhor, tu me entregaste cinco talentos. Aqui estão mais cinco que lucrei’.
21O patrão lhe disse: ‘Muito bem, servo bom e fiel! Como foste fiel na administração de tão pouco, eu te confiarei muito mais. Vem participar da minha alegria!’ 22Chegou também o que havia recebido dois talentos, e disse: ‘Senhor, tu me entregaste dois talentos. Aqui estão mais dois que lucrei’. 23O patrão lhe disse: ‘Muito bem, servo bom e fiel! Como foste fiel na administração de tão pouco, eu te confiarei muito mais. Vem participar da minha alegria!’
24Por fim, chegou aquele que havia recebido um talento, e disse: ‘Senhor, sei que és um homem severo, pois colhes onde não plantaste e ceifas onde não semeaste. 25Por isso fiquei com medo e escondi o teu talento no chão. Aqui tens o que te pertence’. 26O patrão lhe respondeu: ‘Servo mau e preguiçoso! Tu sabias que eu colho onde não plantei e que ceifo onde não semeei? 27Então devias ter depositado meu dinheiro no banco, para que, ao voltar, eu recebesse com juros o que me pertence’.
28Em seguida, o patrão ordenou: ‘Tirai dele o talento e dai-o àquele que tem dez! 29Porque a todo aquele que tem será dado mais, e terá em abundância, mas daquele que não tem, até o que tem lhe será tirado. 30Quanto a este servo inútil, jogai-o lá fora, na escuridão. Ali haverá choro e ranger de dentes!’”
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
Fonte: Canção Nova
Nossa Senhora da Penha
No início do século XVII o Capitão Baltazar de Abreu Cardoso ia subindo a um lugar elevado e rochoso, para ver sua grande fazenda, quando de repente lhe apareceu uma grande serpente prestes a atacá-lo. Petrificado pelo susto e incapaz de defender-se, irrompeu a invocação: "Minha Nossa Senhora Valei-me!!!". Neste exato momento surgiu um lagarto, o qual sabemos ser inimigo das cobras e travou-se uma luta mortífera com a serpente, enquanto Baltazar fugia dali. Em reconhecimento por tão importante gesto maternal, Baltazar construiu uma pequena ermida, colocando ali uma imagem de Nossa Senhora, a quem chamou de Nossa Senhora da Penha por se encontrar no alto do Penhasco. A devoção a Nossa Senhora se foi espalhando e cada vez mais aumentava o número dos fiéis que visitavam a imagem ali colocada: uns para agradecer e outros para pedir proteção e intercessão. Foi então criada a Irmandade de Nossa Senhora da Penha, sendo ampliada no ano de 1728. Também foi construído um campanário onde vemos dois pequenos sinos. No ano de 1870, foi demolida a ermida e construído em seu lugar, um novo templo: uma igreja com uma torre e novos sinos. Quando em 1900 foi submetida a nova reforma foram construídas as duas torres que hoje encontramos com mais sinos. Em 15 de junho de 1935 o Papa Pio XI decretou que a Basílica de Nossa Senhora da Penha fosse agregada a Sacrossanta e Patriarcal Basílica de Santa Maria Maior de Roma, Dia 15 de setembro de 1996, o Cardeal Dom Jaime de Barros Câmara, então Arcebispo do Rio de Janeiro, elevou o templo de Nossa Senhora da Penha à categoria de Santuário Perpétuo. Em dia 31 de maio de 1981, Dom Eugênio de Araújo Sales, atendendo aos desejos do santo Papa João Paulo II, elevou o Santuário de Nossa Senhora da Penha à categoria de Santuário Mariano.
Participação Ativa
Promessas e mais promessas. Isso é o que marca o período eleitoral, em que a população se prepara para escolher, como será nas próximas eleições do dia 7 de outubro, por exemplo, seus representantes municipais. Com uma tarefa importante nas mãos, nada melhor do que os cristãos se interarem também dos assuntos políticos, buscando formação e informação para um voto consciente.
E para quem pensa que o papel do leigo católico é passivo, restringindo-se a fazer uma escolha entre as opções oferecidas, padre José Ernanne Pinheiro diz o contrário. Ele é diretor executivo do Centro Nacional de Fé e Política Dom Helder Câmara (CEFEP) e destacou a possibilidade dos leigos serem também candidatos, assumindo sua missão de transformação da sociedade.
“Não só podem (ser candidato), mas devem. No nosso Centro de Fé e Política, na nossa 4ª turma agora nós temos vários candidatos a vereador e a prefeito, porque nós estamos exatamente formando cristãos para assumir uma política com critérios éticos”, disse.
Ele informou que o CEFEP preparou uma cartilha, intitulada "Eleições municipais 2012: cidadania para a democracia", em que se insiste que as eleições municipais são uma grande oportunidade dos cristãos atuarem com dignidade.
“Porque estão (os cristãos) mais próximos dos candidatos, então têm mais possibilidades de fazer chegar as suas opções, a defesa dos seus projetos, tendo consciência, do que nos dizia Paulo VI, de que a política é uma forma sublime de exercício da caridade”.
política x Política
Ainda falando sobre a importância dos cristãos se interessarem por assunto políticos, padre José Ernanne destacou uma distinção feita no "Documento de Puebla" (fruto da 3ª Conferência Geral do Episcopado Latino-americano e do Caribe - CELAM - em 1979) , uma observação importante que poderia passar despercebida.
“O documento de Puebla nos traz uma distinção importante: Política, com “p” maiúsculo, e política, com “p” minúsculo. Não quer dizer que uma é melhor do que a outra, mas se complementam. Política, com “p” maiúsculo, é a perspectiva do bem comum, da sociedade digna para a pessoa humana. A política, com “p” minúsculo seriam os partidos políticos. A posição nossa enquanto cristãos é na perspectiva do bem comum, de trazer valores para a sociedade”.
E para exercer esse papel de atuar buscando o bem comum, o padre revelou que a cartilha elaborada pelo CEFEP para as eleições segue o método “ver, julgar e agir” e no “agir”, foram elencados alguns critérios básicos.
“Quando se apresenta esse critério do ‘agir’, naturalmente é para fazer brotar todas as questões fundamentais. Essa cartilha que nós estamos divulgando tem feito muito bem, porque realmente parte da necessidade de criarmos um Estado mais digno para os brasileiros, depois fundamenta isso na Palavra de Deus e apresenta a proposta do agir”
Política e Doutrina Social da Igreja
Padre Ernanne destacou que os valores pertencentes ao Reino de Deus, como a verdade, a justiça, o bem comum e a fraternidade, devem ser buscados. Ele informou que o documento de preparação para o Sínodo traz uma frase que lhe chamou a atenção, dizendo que não é possível distinguir entre o espiritual, o temporal e o material porque Cristo veio salvar o mundo todo, Cristo é a unidade, Ele nos ama na unidade.
“Então me parece que a questão da Doutrina Social da Igreja são luzes, é essencial na missão, instrumento missionário para realmente construir essa nova sociedade e essa nova pessoa humana com que todos nós sonhamos para que concretizemos a aliança de Deus com a humanidade que é chamada ‘as bem aventuranças’”.
Fonte: Canção Nova
E para quem pensa que o papel do leigo católico é passivo, restringindo-se a fazer uma escolha entre as opções oferecidas, padre José Ernanne Pinheiro diz o contrário. Ele é diretor executivo do Centro Nacional de Fé e Política Dom Helder Câmara (CEFEP) e destacou a possibilidade dos leigos serem também candidatos, assumindo sua missão de transformação da sociedade.
“Não só podem (ser candidato), mas devem. No nosso Centro de Fé e Política, na nossa 4ª turma agora nós temos vários candidatos a vereador e a prefeito, porque nós estamos exatamente formando cristãos para assumir uma política com critérios éticos”, disse.
Ele informou que o CEFEP preparou uma cartilha, intitulada "Eleições municipais 2012: cidadania para a democracia", em que se insiste que as eleições municipais são uma grande oportunidade dos cristãos atuarem com dignidade.
“Porque estão (os cristãos) mais próximos dos candidatos, então têm mais possibilidades de fazer chegar as suas opções, a defesa dos seus projetos, tendo consciência, do que nos dizia Paulo VI, de que a política é uma forma sublime de exercício da caridade”.
política x Política
Ainda falando sobre a importância dos cristãos se interessarem por assunto políticos, padre José Ernanne destacou uma distinção feita no "Documento de Puebla" (fruto da 3ª Conferência Geral do Episcopado Latino-americano e do Caribe - CELAM - em 1979) , uma observação importante que poderia passar despercebida.
“O documento de Puebla nos traz uma distinção importante: Política, com “p” maiúsculo, e política, com “p” minúsculo. Não quer dizer que uma é melhor do que a outra, mas se complementam. Política, com “p” maiúsculo, é a perspectiva do bem comum, da sociedade digna para a pessoa humana. A política, com “p” minúsculo seriam os partidos políticos. A posição nossa enquanto cristãos é na perspectiva do bem comum, de trazer valores para a sociedade”.
E para exercer esse papel de atuar buscando o bem comum, o padre revelou que a cartilha elaborada pelo CEFEP para as eleições segue o método “ver, julgar e agir” e no “agir”, foram elencados alguns critérios básicos.
“Quando se apresenta esse critério do ‘agir’, naturalmente é para fazer brotar todas as questões fundamentais. Essa cartilha que nós estamos divulgando tem feito muito bem, porque realmente parte da necessidade de criarmos um Estado mais digno para os brasileiros, depois fundamenta isso na Palavra de Deus e apresenta a proposta do agir”
Política e Doutrina Social da Igreja
Padre Ernanne destacou que os valores pertencentes ao Reino de Deus, como a verdade, a justiça, o bem comum e a fraternidade, devem ser buscados. Ele informou que o documento de preparação para o Sínodo traz uma frase que lhe chamou a atenção, dizendo que não é possível distinguir entre o espiritual, o temporal e o material porque Cristo veio salvar o mundo todo, Cristo é a unidade, Ele nos ama na unidade.
“Então me parece que a questão da Doutrina Social da Igreja são luzes, é essencial na missão, instrumento missionário para realmente construir essa nova sociedade e essa nova pessoa humana com que todos nós sonhamos para que concretizemos a aliança de Deus com a humanidade que é chamada ‘as bem aventuranças’”.
Fonte: Canção Nova
Problemas no casamento
Problemas no casamento
“A minha felicidade será fazê-lo feliz”
“A minha felicidade será fazê-lo feliz”
Depois de criá-los, Deus os uniu. O homem se sentiu insatisfeito, sozinho, porque não encontrava em todos os seres criados nenhuma criatura que o completasse. E Deus percebeu que “não é bom que o homem esteja só” (Gn 2,18). Então, disse ao homem: “Eu vou dar-lhe uma ajuda que lhe seja adequada” (Gn 2,18), alguém que seja como você e que o ajude a viver. E fez a mulher. Retirou “um pedaço” do homem para criar a mulher (cf.Gn 2,21-22).
Nessa linguagem figurada, a Palavra de Deus quer nos ensinar que a mulher foi feita da mesma essência, dignidade e da mesma natureza do homem. Santo Agostinho ensina que Deus, para fazer a mulher, não tirou um pedaço da cabeça do homem nem um pedaço do seu calcanhar, porque a mulher não deveria ser chefe nem escrava do homem, mas “companheira e auxiliar”. Esse é o sentido da palavra que diz: Deus tirou “uma costela do homem” para fazer a mulher.
Ao ver Eva, Adão exclamou feliz: "Eis agora o osso de meus ossos e a carne de minha carne” (Gn 2,23). Foi a primeira declaração de amor do universo. Adão se sentiu feliz e completo em sua carência. Deus disse ao primeiro casal: “Por isso o homem deixa o seu pai e a sua mãe para se unir à sua mulher; e já não são mais que uma só carne” (Gn 2,24).
Estava criado o casamento que mais tarde Jesus vai transformar em sacramento. Ele fez questão de acrescentar: “Portanto, não separe o homem o que Deus uniu” (Mt 19,6). E Deus disse ao casal: “Crescei e multiplicai-vos, enchei a terra e submetei-a” (Gn 1,28). Aqui está o sentido mais profundo do casamento: “crescei e multiplicai”. Deus quer que o casal, na união profunda do amor, cresça e se multiplique nos seus filhos; daí surge a família, a mais importante instituição da humanidade; a célula principal do plano de Deus para os homens; e ela surge com o matrimônio.
Como a família e o casamento estão na base de todo o plano de Deus para a humanidade, se eles forem destruídos, a humanidade sofrerá muito. Há uma concepção falsa de “família” e de “casamento” que não está de acordo com a vontade do Criador. Há “famílias alternativas” que, no plano de Deus, não são famílias bem como os “casamentos alternativos”.
Assista também: "Casais, sejam de Deus!", com padre José Augusto
Quanto mais o casamento se afastar do plano de Deus e quanto mais a família se desfigurar da imagem original que Ele lha deu, tanto mais a humanidade vai sofrer. Hoje, já colhemos os frutos amargos da destruição deste belo plano divino. Quando o homem se arvora em “senhor do bem e do mal” e quer ocupar o lugar do Senhor, sofre e morre.
Sabemos que, infelizmente, o pecado original feriu a humanidade. O homem virou as costas para Deus e, por causa disso, o sofrimento e a morte entraram no mundo. São Paulo deixou claro que “o salário do pecado é a morte” (Rm 6,23). O pecado atingiu todas as realidades da vida humana e, de modo especial, o casamento e a família. Sem o pecado não haveria a desarmonia do homem consigo mesmo, com a natureza, com Deus e com a mulher.
O pecado gerou o desentendimento. O seu nome é egoísmo, vaidade, orgulho, autossuficiência, arrogância, ganância, impureza, adultério, gula, ira, inveja, preguiça, maledicência, etc. Tudo que divide a família e afasta a pessoa humana de Deus. Por isso, hoje, o casamento têm tantos problemas, porque foi ferido pelo pecado que engendra a briga, a discussão, a violência, o crime e elimina o amor que deveria ser permanente entre marido e mulher. É a realidade de cada casal.
São Paulo mostrou bem, na Carta aos Romanos, a dura realidade do pecado que temos de enfrentar: “Sabemos, de fato, que a lei é espiritual, mas eu sou carnal, vendido ao pecado. Não entendo, absolutamente, o que faço, pois não faço o que quero; faço o que aborreço. E, se faço o que não quero, reconheço que a lei é boa. Mas, então, não sou eu que o faço, mas o pecado que em mim habita. Eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita o bem, porque querê-lo está em mim, mas não sou capaz de efetuá-lo.
Não faço o bem que quereria, mas o mal que não quero. Ora, se faço o que não quero, já não sou eu que faço, mas sim o pecado que em mim habita. Encontro, pois, em mim esta lei: quando quero fazer o bem, deparo-me com o mal. Deleito-me na lei de Deus, no íntimo do meu ser. Sinto, porém, nos meus membros outra lei, que luta contra a lei do meu espírito e me prende à lei do pecado, que está nos meus membros. Homem infeliz que sou! Quem me livrará deste corpo que me acarreta a morte? Graças sejam dadas a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor!” (cf. Rm 7,14-25).
Felipe Aquino
felipeaquino@cancaonova.com
Fonte: Canção Nova
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